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EURES presta aconselhamento bem-vindo sobre a criação de empresas no estrangeiro

O reforço das pequenas e médias empresas (PME) constitui um elemento fundamental da estratégia da UE para sair da crise económica. Neste contexto, os trabalhadores independentes podem desempenhar um papel importante, tirando partido das oportunidades de mobilidade profissional nos 27 Estados-Membros da UE.
 
Ao longo dos últimos dez anos, Henk Smolders, um Conselheiro EURES nos Países Baixos, tem prestado aconselhamento personalizado a candidatos a emprego e pessoas interessadas em estabelecer-se noutro Estado-Membro da UE. “Comecei por fornecer dicas em resposta a uma clara procura por parte de clientes que sentiam dificuldades em obter as informações relevantes. Apesar da atual recessão, as pessoas continuam interessadas em fazer valer as suas competências ou ideias novas em mercados diferentes. Efetivamente, cerca de 20 % das pessoas registadas no portal EURES veem no trabalho independente uma opção”, explica Henk.
 
Henk presta informações e orientação nos eventos e feiras EURES, por telefone e nos gabinetes dos serviços de emprego, e especializou-se tanto na abordagem individual como de grupo. “Existem, sem dúvida, algumas tendências comuns entre as pessoas que ponderam o trabalho independente”, indica. “Nomeadamente a idade – mais especificamente pessoas com mais de 50 anos com dificuldade em encontrar emprego nos respetivos países, e jovens empresários que eventualmente participaram no programa Erasmus; o setor – em particular, turismo, construção, transporte e TIC; e o que se pode chamar de fator geográfico, ou seja, os cidadãos dos países de adesão mais recente orientam-se para o ocidente a fim de aumentarem as suas oportunidades numa economia em recessão.”
 
A abordagem de Henk é simples. A ênfase é colocada na necessidade de preparar um plano de atividade sólido antes de partir para o estrangeiro, incluindo uma descrição do produto a fornecer ou do serviço a prestar, o público-alvo, a análise da concorrência existente, uma estratégia de marketing e, evidentemente, um plano financeiro. “E não apenas para a empresa”, acrescenta. “A elaboração de um plano pessoal é fundamental. Se a pessoa que parte para o estrangeiro tenciona reformar-se no seu país de origem, deverá pensar no valor que a sua pensão obtida noutro Estado‑Membro terá no seu país.”
 
Até à data, todos os anos, cerca de 15 pessoas ou casais aconselhados por Henk decidem instalar-se no estrangeiro, e com resultados encorajadores. O Conselheiro EURES está convencido de que a oferta deste tipo de serviço especializado responde a uma necessidade específica e contínua.
 
 
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