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Uma aventura insular para uma sueca amante de cavalos

Já alguma vez quis trabalhar como tratador de cavalos numa quinta? Kajsa Matsson, uma aficionada por cavalos, deixou a sua Suécia natal para passar sete meses na ilha de Jersey a fazer exatamente isso: tratar de cavalos. 
 
Kajsa acabava de concluir a escola secundária e pretendia fazer uma pausa nos estudos. Por isso, quando se deparou com um anúncio da EURES no qual procuravam alguém para trabalhar numa quinta equestre de exploração familiar em Jersey, nas Ilhas Anglo-Normandas, não deixou escapar a oportunidade.
 
Os conselheiros EURES ajudaram-na a preparar o seu CV e a escrever uma carta de motivação em inglês. Após uma breve entrevista telefónica, tinha menos de uma semana para partir para a aventura de sete meses.
 
“Os proprietários da quinta necessitavam de alguém imediatamente para substituir a rapariga que se ocupava anteriormente das tarefas e que se tinha ido embora subitamente. Ao telefone, o proprietário perguntou-me se podia começar já na semana seguinte, e como estava sem fazer nada, pensei: «sim, porque não?»”, explica Kajsa.
 
Como Kajsa tinha cavalos, conhecia bem o trabalho de um tratador e os seus desafios. Ao fim de pouco tempo estava a cuidar de cinco cavalos na quinta, o que exigia longos dias de trabalho árduo, que incluíam a limpeza de estábulos, do seleiro, a escovagem e o treino dos animais. Mas acrescenta: "passava o dia ao ar livre e adorava”.
 
À pergunta sobre as dificuldades que encontrou durante a sua estadia na ilha, Kajsa responde: “Demorei algum tempo a habituar-me a conduzir à esquerda assim como a entender uma cultura diferente com formas distintas de fazer as coisas.”
 
O trabalho numa quinta pode ser uma experiência solitária mas Kajsa estava determinada a conhecer os habitantes locais e a aprender mais sobre a ilha onde se encontrava a viver. “Comecei a frequentar um curso de dança e aprendi a dançar Lindy Hop, uma dança americana dos anos 30. Foi uma maneira fantástica de começar a compreender os estranhos e maravilhosos costumes desta ilha”, afirma com entusiasmo.
 
E o que ganhou com esta experiência? “Adquiri realmente muita maturidade como pessoa. Nunca tinha estado fora de casa antes e aprendi a ir à luta por minha conta, a fazer amigos, a não dar muita importância às críticas e a não levar as coisas demasiado a peito. Em resumo, estes sete meses serviram realmente para reforçar a minha autoconfiança”, declara.
 
Refletindo sobre a sua estadia em Jersey, acrescenta: “O trabalho exigia muito esforço mas não me arrependo nem um minuto!”
 
Kajsa está de volta à Suécia e a estudar para obter a licenciatura em gestão florestal.
 
 
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