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EPALE

Plataforma eletrónica para a educação de adultos na Europa

 
 

Sala de imprensa

Desde 2009, a Aproximar tem investido na criação de um modelo de mentoria para apoiar públicos em desvantagem a melhorar as competências sociais, pessoais e profissionais e criar condições para aumentar a sua empregabilidade. Este investimento culminou com o modelo PENDULUM e MPATH. Até janeiro 2019, a Aproximar irá apostar na mobilização de competências técnico-pedagógicas dos seus colaboradores para:

O Instituto para a Aprendizagem ao Longo da Vida da UNESCO publicou o seu relatório anual, dando conta das principais iniciativas e projetos desenvolvidos em 2016. Nas palavras escritas no prefácio da publicação por Arne Carlsen, o diretor do referido instituto, o ano foi caracterizado pelo enfoque dado ao cumprimento do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4 - educação de qualidade da Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável que visa a erradicação da pobreza e o desenvolvimento económico, social e ambiental, à escola global.
Da autoria do Centro Europeu para o Desenvolvimento da Formação Profissional (CEDEFOP), este estudo foca-se, sobretudo, nos adultos com baixas qualificações na União Europeia. Tendo como ponto de partida a análise de tendências, características, fatores dominantes e riscos associados às baixas qualificações, o documento reconhece a (atual) priorização desta temática na agenda política europeia.
Com o intuito de "promover e debater a educação/formação como um direito inalienável das pessoas adultas" nasceu, em 2002, a publicação "Aprender ao Longo da Vida" que acabou por dar vida à associação O Direito de Aprender. É enquanto representante desta Associação que Rui Seguro assumiu, recentemente, as funções de embaixador nacional da Plataforma Eletrónica para a Educação de Adultos na Europa (EPALE) e que expressa a necessidade de se encarar a Aprendizagem ao Longo da vida "como um desafio permanente perante a necessidade de estarmos em constante evolução".
No final de julho, a Comissão Europeia anunciou o lançamento da primeira versão completa da taxonomia das qualificações, competências e profissões europeias (ESCO).Esta taxinomia, com conteúdos disponibilizados em 26 línguas, identifica e classifica aptidões, competências, qualificações e profissões, criando uma terminologia comum entre os diferentes países, com o intuito de apoiar a mobilidade dos cidadãos e de promover a adequação entre as competência e os empregos disponíveis no espaço europeu.