Cooperação internacional e diálogo político

Paralelamente à forte componente internacional do programa Erasmus+, a Comissão colabora ativamente com países que não pertencem à UE nos domínios da política de educação e formação.

Prioridades da UE para o ensino superior

As cinco principais prioridades da União Europeia (UE) no domínio do ensino superior são:

  • transformar a UE num centro de excelência no domínio da educação e da formação
  • apoiar os esforços de modernização dos sistemas de educação e formação envidados por países parceiros que não pertencem à UE
  • promover valores comuns e uma maior compreensão mútua entre povos e culturas diferentes
  • apoiar os esforços de internacionalização dos sistemas nacionais de ensino e formação envidados pelas instituições de ensino superior dos países da UE e do resto do mundo
  • melhorar a qualidade da educação e formação na UE e fora desta, graças à aprendizagem mútua, à análise comparativa e ao intercâmbio de boas práticas

De que forma contribui a cooperação para uma melhor educação em todo o mundo

Ao promover a aprendizagem interpares e a análise comparativa entre sistemas de ensino nacionais de todo o mundo, a cooperação com países terceiros reforça a qualidade da educação e da formação tanto na UE como fora desta. Além disso, promove a inovação e a criação de emprego através da mobilidade e oferece oportunidades, tanto aos membros do pessoal como aos estudantes, de alargarem os seus horizontes através da participação em programas da UE.

As universidades europeias têm uma forte tradição de internacionalização, que se reflete no desenvolvimento de currículos internacionais e diplomas conjuntos, na promoção de projetos internacionais de investigação e inovação e no apoio ao intercâmbio não só de estudantes e membros do pessoal, mas também de conhecimentos.

Tudo isto foi tornado possível pelo processo de Bolonha, no âmbito do qual os países europeus concordaram em reestruturar os seus sistemas de ensino superior a fim de viabilizar a cooperação transnacional e de a tornar mais eficaz.

Por conseguinte, os diálogos políticos internacionais da UE com países do resto do mundo baseiam-se frequentemente nesta experiência e na consciência de que a internacionalização deve acompanhada pela reforma das políticas.