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Inforegio/Panorama
Janeiro 2001

A publicação trimestral dos actores do desenvolvimento regional

Indice
7 / 10

Os Estados-membros informan

Finlândia
Sensibilização para os programas regionais


A informação sobre os programas finlandeses para os objectivos regionalizados é racionalizada através de um perfil-tipo definido num programa de comunicação comum. Este novo perfil, que inclui um formato visual estandardizado, foi introduzido com o objectivo de criar uma sensibilização para os programas regionais e de lançar as bases do desenvolvimento futuro das actividades de informação. O Ministério do Interior coordena este processo mas o trabalho prático efectua-se a nível regional.

Foi recentemente adoptado um plano de comunicação comum que fornece um enquadramento geral para as actividades de informação e que abrange os programas dos objectivos n° 1 e n° 2 para a Finlândia. Este plano segue de muito perto o regulamento da Comissão relativo às acções de informação e de publicidade sobre as intervenções.

O programa de comunicação diz respeito ao perfil dos programas regionais para os objectivos do n° 1 e n° 2 e visa dar uma imagem clara desses programas. Na prática, o trabalho fundamenta-se num modelo em que as prioridades acordadas foram classificadas por ordem de importância. Essas prioridades são posteriormente traduzidas em temas e em mensagens. Os temas comuns a adoptar incluem a origem local, a fixação de objectivos, a igualdade, o saber-fazer, a colaboração, o valor acrescentado, o bem estar e o emprego, a sustentabilidade e a eficácia. Todos os organismos que executam o programa fornecem informação de modo a apoiar esses temas comuns, sendo que cada fornecedor de informação decide do tema sobre o qual se pretende insistir e sobre o conteúdo concreto da mensagem, em função do contexto e do grupo-alvo. Mensagens claras e que se reforçam mutuamente aumentam a visibilidade, a receptividade e a credibilidade. A informação é divulgada num estilo acessível, que evita uma linguagem e conceitos incompreensíveis. É desenvolvido um esforço especial para reter a atenção do grupo-alvo, por exemplo, salientando as oportunidades proporcionadas pelos programas e os resultados obtidos. Entrevistas de pessoas implicadas na execução dos projectos ou directamente com eles relacionadas conferem aos programas um rosto humano. Ainda que a eficácia dos programas seja posta em evidência a um nível geral, esta mensagem é transmitida sob a forma de considerações directamente pertinentes para os particulares: protecção do trabalho e do rendimento, bem estar social, qualidade de vida, fé no futuro e responsabilidade pessoal.

A visibilidade é igualmente melhorada graças à introdução de uma identidade visual comum que luta contra a diversidade potencial de mensagens emitidas por organismos diversos. O modelo gráfico incluí um slogan e um logo a utilizar a par do logo comunitário em todas as comunicações relacionadas com os programas dos objectivos n° 1 e n° 2. A estandardização do formato das imagens, das cores e da topografia, bem como das publicidades-tipo e das brochuras, contribuem para assegurar a coerência da informação.

O esforço de colaboração

O plano de comunicação foi estabelecido conjuntamente, sob a direcção do Ministério do Interior enquanto autoridade de gestão dos programas, pelos ministérios, conselhos regionais e outros organismos implicados, com a ajuda de um consultor em comunicação. O trabalho começou com a entrevista das pessoas que participam nas actividades do programa e com a análise das publicidades difundidas pelos meios de comunicação social. O programa concluiu com a ajuda de um seminário de peritos sobre a comunicação, organizado em Fevereiro de 2000, e de uma rede de comunicação.

O plano de comunicação visa aumentar a visibilidade, a eficácia e a transparência das actividades co-financiadas pela União Europeia, tornar a colaboração mais eficaz e promover uma verdadeira parceria entre os diversos agentes e ainda aumentar a informação, estimular as ideias de projectos e as novas empresas, bem como aumentar a popularidade dos programas através da promoção de uma imagem coerente.

Paralelamente ao desenvolvimento do plano de comunicação, uma série de parceiros foram incentivados a a ele se adaptarem. O plano foi debatido durante a primavera com os agentes mais implicados na sua execução, aceite no seu princípio e, seguidamente, aprovado pelos quatro comités de acompanhamento. Simultaneamente, foi instaurada uma rede de peritos em comunicação de diversos organismos. O papel desta rede e o seu nível de participação serão vitais para realizar o objectivo de fornecer uma informação integrada.

Marja Taskinen,
Ministerial Adviser
Ministry of interior
Department for Regional Development

Setembro de 2000

EU Programmes


 

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