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Uma proposta de parceria entre os Estados‑Membros e a Comissão deverá tornar a Europa mais atractiva para os investigadores.
A Europa forma mais cientistas e engenheiros que os Estados Unidos ou o Japão mas não consegue retê‑los. A escassez de investigadores nas empresas europeias é especialmente preocupante numa altura em que a UE pretende desenvolver a economia do conhecimento.
Os principais problemas com que a Europa se debate são os seguintes:
Para inverter esta tendência, a Comissão propõe‑se trabalhar em parceria com os Estados‑Membros para favorecer um recrutamento mais aberto, dar melhor resposta às necessidades dos investigadores que trabalham no estrangeiro em matéria de segurança social e de pensão, oferecer condições de emprego e trabalho atractivas e facilitar o acesso à formação.
O Comissário Europeu da Ciência e Investigação, Janez Potočnik , falou da sua visão de instituir uma "quinta liberdade" na Europa, a liberdade do conhecimento, para que estudantes, cientistas e universitários possam tirar partido do mercado de trabalho europeu, em vez de serem obrigados a procurar emprego fora do espaço europeu ou a mudar de profissão.
A comunicação publicada hoje é uma das cinco iniciativas previstas na sequência da consulta pública realizada em 2007 sobre “O Espaço Europeu da Investigação: novas perspectivas
”. Os resultados desta consulta revelam que a criação de um mercado de trabalho europeu atractivo para os investigadores deveria ser uma das grandes prioridades. Mais de 80% dos inquiridos defenderam a ideia de uma parceria entre a Comissão e os Estados‑Membros para garantir uma utilização coordenada, eficaz e coerente dos recursos e dos instrumentos financeiros.