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Reduzir as disparidades regionais na UE e noutras partes do mundo - 12/05/2009

Museu Guggenheim, Bilbau, Espanha ©EC

UE partilha experiência de reforço das regiões com países como o Brasil, a Rússia e a China.

A redução das disparidades económicas regionais é um dos objectivos fundamentais da UE, cujo orçamento consagra 44% dos seus recursos ao reforço da competitividade regional. Os projectos destinados a melhorar as qualificações da mão-de-obra local, fomentar o empreeendedorismo, melhorar as infra-estruturas e proteger o ambiente têm como objectivo ajudar as regiões mais pobres da UE a recuperar os seu eventual atraso em relação às regiões vizinhas.

Um exemplo desse tipo de projectos é a instalação de um sistema de energia solar Englishfrançaismagyar num hospital público na Hungria, que permitiu realizar economias de energia significativas, criar emprego a nível local e fazer com que a energia solar se tornasse bastante popular na região.

Alguns países terceiros como a China, a Rússia e o Brasil, que também se debatem com importantes disparidades regionais e com uma multiplicidade de níveis de administração e de governo, mostraram interesse em cooperar com a UE e em comparar experiências neste domínio.

Esta cooperação será debatida numa conferência Englishfrançais que reunirá representantes dos governos e regiões da Europa, África, Rússia, China e América do Sul. Os participantes reflectirão sobre a forma de criar sistemas de administração eficazes e capazes de assegurar a execução de políticas de desenvolvimento regional.

Esta conferência constitui a primeira tentativa concreta para oferecer a países terceiros a possibilidade de conhecerem os mecanismos e os critérios de selecção utilizados para financiar projectos regionais na UE. A política regional da UE é executada através de um sistema de governação complexo com vários níveis: europeu, nacional, regional e local.

O envolvimento de representantes locais e regionais na definição de estratégias e na selecção de projectos permite a participação de organizações de base no processo de decisão central da UE. Esta abordagem é particularmente interessante para grandes países como a China e a Rússia, que afirmam desejar reduzir as disparidades regionais e, simultaneamente, tornar as políticas públicas mais transparentes e conferir um maior peso às regiões através da descentralização.

Mais informações sobre os aspectos internacionais da política regional da UE English

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