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O novo plano contribuirá para proteger os cidadãos através da aplicação efectiva das normas da UE e definirá as infracções que devem ser consideradas crimes.
Interrogados sobre o que podem fazer os decisores políticos para reforçar a UE, os cidadãos colocam a luta contra a criminalidade entre as suas prioridades máximas ![]()
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Mas, apesar dos esforços desenvolvidos ao longo da última década, as alterações ao direito penal europeu nem sempre foram coerentes e nem sempre são devidamente aplicadas.
Novo quadro normativo
Graças ao Tratado de Lisboa de 2009, a UE pode recorrer ao direito penal para aplicar melhor as suas políticas e normas com vista a proteger os cidadãos. O papel das instituições da UE e dos Parlamentos nacionais foi reforçado e foi também concedido pleno controlo judicial ao Tribunal de Justiça da União Europeia.
Segundo as estimativas, o custo da actividade criminosa para a sociedade eleva-se a 233 mil milhões de euros por ano, sendo por conseguinte indispensável definir uma estratégia ![]()
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clara para proteger os cidadãos. Uma maior cooperação em matéria de direito penal pode ajudar a definir regras para determinar as infracções que devem ser consideradas crime e prever normas mínimas em matéria de sanções.
Orientações para os Estados-Membros
A estratégia define o modo como a União e os Estados-Membros podem cooperar para pôr em prática uma política penal da UE consistente e coerente.
A definição de princípios comuns pode contribuir para tornar as normas da UE mais eficazes contra a manipulação do mercado financeiro e os danos ambientais, por exemplo, e ajudar a proteger o dinheiro dos contribuintes da UE contra a fraude.
Principais critérios orientadores para os países da UE:
Luta contra a criminalidade transfronteiras
Muitos criminosos operam além-fronteiras, sendo por conseguinte crucial adoptar medidas comuns para evitar que tirem partido do espaço europeu sem fronteiras nem passaportes para se eximirem à lei ou aproveitarem em seu benefício as diferenças entre as diversos ordens jurídicas nacionais.
A adopção de normas mínimas de direito penal a nível da UE pode dar uma contribuição importante para ajudar a proteger os cidadãos, especialmente as pessoas que viajam e trabalham em diferentes países, respeitando simultaneamente valores, costumes e escolhas nacionais.
Mais informações sobre a política da UE em matéria de direito penal ![]()
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