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Punhos atados com uma corda © iStock/Juanmonino

A Comissão lança consulta pública que visa recolher opiniões sobre a melhor forma de prevenir a excisão forçada de raparigas e mulheres.

A excisão parcial ou total dos órgãos genitais exteriores de uma rapariga não é praticada por motivos médicos, mas sim por razões culturais, religiosas e sociais.

Segundo as estimativas, centenas de milhares de mulheres que vivem na UE são vítimas deste tipo de mutilação que tem consequências físicas e psicológicas graves. Em todo o mundo, cerca de 100 a 140 milhões de mulheres foram submetidas a esta prática, das quais 90 milhões em África.

Se os governos não reforçarem as medidas de prevenção, mais raparigas e mulheres serão vítimas deste tipo de mutilação.

Embora a excisão seja ilegal na maioria dos países, continua a ser praticada. As ações judiciais são muito raras. Além de ser frequentemente difícil detetar este tipo de situações e recolher provas suficientes, há também uma certa relutância em denunciar este tipo de crime por várias razões.

Como ajudar

Pode ajudar-nos a encontrar a melhor forma de pôr cobro a esta prática na Europa, respondendo a esta breve consulta em linha DeutschEnglishfrançais .

Um relatório recente English conclui que existem vítimas, efetivas ou potenciais, em pelo menos 13 países da UE: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Irlanda, Itália, Países Baixos, Portugal, Reino Unido e Suécia. As medidas tomadas pelos governos da UE para combater esta prática são descritas em pormenor no relatório.

Para comemorar o Dia Internacional da Mulher Englishespañolfrançais em 8 de março, a Comissão decidiu afetar uma verba suplementar de 3 700 000 euros a programas da UE de prevenção da violência contra as mulheres. Um montante suplementar de 11 400 000 euros foi concedido a organizações cívicas e a outras entidades que trabalham com as vítimas.

Outras medidas adotadas pela UE para pôr fim à mutilação genital English (e a todas as formas de violência contra as mulheres) na Europa e no resto do mundo passam pelo apoio às vítimas, efetivas ou potenciais, nos respetivos países.

A intervenção da UE baseia-se na investigação realizada pelo Instituto Europeu para a Igualdade de Género Englishlietuvių kalba , o que lhe permite orientar os recursos para onde são mais necessários.

Mais informações sobre a violência contra as mulheres DeutschEnglishfrançais

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