Ferramentas de acessibilidade
Ferramentas de serviço
Selecção de línguas
Percurso de navegação

A qualidade geral das águas dos mares, rios e lagos tem vindo a melhorar praticamente em toda a Europa, o que lhe permitirá ir a banhos sem risco em quase todas as zonas balneares.
Os resultados apresentados no relatório anual da Agência Europeia do Ambiente sobre as águas balneares ![]()
![]()
baseiam-se em amostragens periódicas realizadas em mais de 22 000 zonas balneares costeiras e interiores de toda a Europa.
Em comparação com o ano passado, as zonas balneares com água de «excelente» qualidade registaram um aumento de 3,5%, enquanto as de qualidade «suficiente» subiram 1%. Menos de 2% situaram-se abaixo das normas mínimas da UE.
Antes de ir a banhos, certifique-se da qualidade da água
Resultados da análise das águas em 2011
As águas das zonas balneares das praias, rios e lagos de toda a Europa são analisadas periodicamente para detetar contaminantes e bactérias nocivas, como a bactéria Escherichia coli, que indicam a presença de águas residuais ou de resíduos da agropecuária.
Embora, no cômputo geral, mais zonas satisfaçam as normas mínimas da UE do que em 2010, alguns países registaram resultados excecionais.
Os melhores...e os piores
Em 2011, os melhores resultados foram registados em Chipre, na Croácia, em Malta e na Grécia, onde mais de 90% das zonas balneares foram consideradas «excelentes», não se tendo registado qualquer incumprimento das normas obrigatórias.
Os piores resultados foram registados nos Países Baixos, na Bulgária, na Letónia, no Luxemburgo e na Bélgica, onde só um número relativamente baixo de zonas balneares satisfazem as normas mínimas da UE.
Em Portugal, 88,2% das zonas balneares costeiras analisadas foram consideradas de excelente qualidade, 8,1 % de boa qualidade e 0,7 % de qualidade suficiente.
A qualidade do conjunto das zonas balneares da UE tem vindo a melhorar continuamente desde 1990. O número de zonas balneares costeiras que não cumprem os requisitos da UE caiu de 9,2% em 1990 para 1,5% em 2011. As zonas balneares interiores que não cumprem os requisitos também diminuíram, passando de 11,9% em 1990 para 2,4% em 2011, um dos valores mais baixos de sempre.