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Resposta às catástrofes: ajudar os países a ajudarem-se a si próprios - 12/08/2010

Avião lançando água sobre um foco de incêndio © EU

UE coordena ajuda de emergência aos países afectados.

Durante o Verão, os países europeus são muitas vezes vítimas de inundações e incêndios devastadores e 2010 não tem sido uma excepção. Em caso de catástrofe, o Centro de Informação e Vigilância English vela por que os países atingidos sejam imediatamente ajudados.

Com sede em Bruxelas, este centro está permanentemente operacional, acompanhando as situações de emergência em todo o mundo e coordenando os recursos da UE para as operações de socorro. O centro funciona como uma verdadeira placa giratória entre os países, canalizando ajuda para todo o tipo de catástrofes, sejam elas humanas ou naturais. Assim que recebe um pedido de ajuda, o pessoal de serviço alerta os potenciais países doadores e tenta adequar a ajuda disponibilizada às necessidades no terreno. Além de reunir equipamento e outro material, o centro pode enviar técnicos para a região sinistrada.

Em Julho, por exemplo, Portugal pediu equipamento para combater os incêndios florestais. Três países responderam imediatamente ao apelo e a oferta da Itália, que disponibilizou dois aviões, foi aceite.

Anteriormente, a Roménia havia dado o alerta na sequência de fortes inundações que mataram 25 pessoas e, em poucas horas, recebeu ofertas de ajuda de quatro países da UE.

De futuro, o centro irá seguramente desempenhar um papel ainda mais importante. Nos últimos anos, os fogos florestais, as inundações e os períodos de seca tornaram-se cada vez mais frequentes e graves na Europa, pelo que é necessário concentrar o investimento na prevenção.

A Comissão Europeia pretende que o centro se converta num verdadeiro centro de operações com recursos próprios e capacidade para uma intervenção imediata. Existem igualmente planos para a criação de uma rede de formação nesta área e um sistema de alerta precoce à escala europeia.

Criado em 2001, o mecanismo europeu de protecção civil também pode ser accionado por países fora da UE, na condição de esta dar a sua aprovação. Foi o que aconteceu depois dos terramotos no Haiti e no Chile e, mais recentemente, com o derrame de petróleo no Golfo do México.

Actualmente, a Rússia confronta-se com incêncios devastadores e, embora as autoridades ainda não tenham recorrido ao Centro de Informação e Vigilância, muitos países da UE estão já a prestar assistência. A Vice-Presidente da Comissão, Catherine Ashton, anunciou também a disponibilidade da UE para prestar apoio quer imediato, quer no rescaldo da catástrofe.

Mais informações sobre a protecção civil europeia English

Sítio da autoridade nacional de protecção civil

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