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Olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço... - 25/03/2008

Mulher a andar de carro a pedais numa cidade portuguesa

Os cidadãos europeus estão preocupados com o ambiente, mas a maioria não passa das boas intenções.

Segundo os resultados do mais recente inquérito sobre as atitudes dos europeus em relação ao ambiente DeutschEnglishfrançais, apesar de 96 % da população considerar que é importante salvar o planeta, poucos são os que estão dispostos a tomar medidas concretas e a alterar o seu próprio comportamento.

Embora a maioria de nós reconheça que tem um papel directo a desempenhar na protecção do ambiente DeutschEnglishfrançais,  é raro que nos preocupemos com os nossos hábitos de consumo.É, portanto, pouco provável que passemos a andar menos de automóvel ou a comprar produtos ecológicos não prejudiciais para o ambiente.

As boas intenções são muitas, mas não se traduzem na prática. Parece mesmo que os europeus estão à espera de que sejam os governos a tomar a iniciativa.  Dois terços da população apoia as decisões relativas ao ambiente que estão a ser tomadas conjuntamente a nível pan-europeu e 82% considera necessárias as iniciativas legislativas da UE. A mensagem parece ser clara: os europeus precisam de alguém que os obrigue a ter um comportamento ecológico.

No entanto, não faltam formas de contribuir para a redução da nossa pegada ecológica.Para dar um «empurrãozinho», a UE lançou vários sítios na Internet com dicas sobre como modificar o nosso comportamento no dia-a-dia.

O inquérito também revela que o conhecimento das questões ambientais varia muito de país para país. De forma geral, os habitantes das partes setentrional e ocidental da Europa são os mais bem informados e os do sul e dos novos Estados‑Membros os menos informados.

A cidade croata de Koprivinca English ficou para a história ao receber o prémio da semana europeia da mobilidade English de 2008. A sua contribuição para a protecção do ambiente inclui a promoção das deslocações a pé e de bicicleta, assim como a reafectação de infra-estruturas rodoviárias a tráfego não motorizado e o aumento da utilização de combustíveis alternativos no transporte público.

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