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Boa nota para a política energética da UE - 04/09/2008

Cidade à noite

A Agência Internacional da Energia publica um primeiro relatório sobre a política energética da UE em que elogia as iniciativas para lutar contra as alterações climáticas e liberalizar o mercado da energia.

A Agência Internacional da Energia English (AIE) manifestou o seu apoio ao pacote de medidas energéticas proposto para dar cumprimento às ambiciosas metas da UE em matéria de alterações climáticas. Na sua primeira análise da política energética da UE, a agência elogiou estas medidas enquanto abordagem coerente das questões da energia e do aquecimento do planeta.

As medidas irão igualmente reduzir a dependência das importações de gás e de petróleo e contribuir para proteger a economia dos efeitos do aumento dos preços da energia e da incerteza do aprovisionamento.

Na sua análise, a agência incita ainda a UE a prosseguir com propostas para separar a produção e o fornecimento do gás e da electricidade. O facto de o fornecimento e a produção serem controlados pelas mesmas empresas dificulta a concorrência. A separação

  • facilitaria a entrada das empresas mais pequenas no mercado,
  • daria uma maior escolha aos consumidores e
  • contribuiria para um aumento da utilização das energias renováveis, como a energia eólica e a energia solar.

 

A AIE também recomenda um reforço do financiamento da investigação no domínio da energia e do papel das instituições da UE na coordenação das relações com outros países neste domínio. A ausência de uma abordagem coerente prejudicou a posição dos 27 Estados-Membros da UE nas suas relações energéticas com a Rússia, o seu maior fornecedor de gás e petróleo.

Andris Piebalgs, o Comissário responsável pela energia, congratulou-se com os ecos positivos desta agência independente com sede em Paris, que aconselha os governos em matéria de política energética. Segundo as declarações do Comissário numa conferência de imprensa em que participou também Nobuo Tanaka, director executivo da AIE, o relatório da agência é a primeira análise sobre a UE enquanto um todo, o que mostra que a União é agora considerada uma entidade única no que se refere às questões energéticas.

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