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Novo inquérito põe em destaque a necessidade de melhorar as competências dos europeus - 10/10/2013

A Comissária Europeia Androulla Vassilliou e Angél Gurriá, Secretário-Geral da OCDE

Um quarto dos adultos europeus não dispõe das competências básicas necessárias para ser bem sucedidos numa economia do conhecimento moderna, conclui um novo inquérito.

De acordo com o inquérito sobre as competências dos adultos realizado pela UE e pela OCDE em 23 países (nos quais Portugal não se inclui), um em cada quatro dos adultos europeus não dispõe de conhecimentos básicos que lhe permitam utilizar eficazmente um computador e um em cada cinco tem competências de literacia e numeracia baixas.

O inquérito põe igualmente em evidência a existência de grandes contrastes na UE. Por exemplo, os jovens que terminam o ensino secundário na Finlândia e nos Países Baixos têm competências superiores a jovens que concluíram o ensino universitário noutros países.

Os resultados realçam a necessidade de melhorar a educação e a formação em toda a UE para garantir que todos os europeus dispõem das competências necessárias num mundo moderno.

Perspetivas de vida

As competências têm um enorme impacto nas perspetivas de vida. Quanto mais competências tiver uma pessoa, não só maior é a probabilidade de ter um bom salário e um trabalho mais interessante, mas também de ser mais saudável e menos desconfiada.

Existe assim um risco de cair num ciclo vicioso: as pessoas com baixas competências são excluídas do emprego e da educação, o que, por sua vez, as impede de adquirir as competências necessárias para voltar ao mercado de trabalho.

O inquérito indica que isto já pode estar a acontecer. Com efeito, o desemprego é quase duas vezes maior entre as pessoas com os níveis de literacia mais baixos do que na população geral.

O que faz a UE

A UE lançou várias iniciativas que podem ajudar os europeus a melhorar as suas competências de base. A iniciativa «Abrir ao Mundo os Sistemas de Educação» visa melhorar os conhecimentos informáticos na Europa, enquanto o programa Erasmus+ irá apoiar projetos que ajudam a desenvolver e a atualizar as competências dos adultos, como a literacia, a numeracia e a capacidade de resolução de problemas em ambiente informático.

Está igualmente previsto o lançamento de uma ferramenta em linha que permitirá aos interessados avaliar as respetivas competências e compará-las com os resultados do inquérito. As conclusões dos inquéritos ajudarão também os países a estabelecer prioridades para os investimentos do Fundo Social Europeu, que disponibiliza verbas no domínio das competências e formação.

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Abertura ao mundo do sistema de ensino europeu

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