Processo de reflexão sobre as doenças crónicas

O desafio das doenças crónicas exige uma resposta integrada da UE que tenha em conta os fatores de risco em vários setores e domínios políticos e incida na prevenção, combinada com esforços para tornar os sistemas de saúde mais eficientes.

Os governos nacionais reunidos no âmbito do Conselho convidaram os países da UE e a Comissão Europeia a:

  • darem início a um processo de reflexão sobre as doenças crónicas, a fim de identificar formas de maximizar a capacidade de resposta às mesmas e otimizar a cooperação entre os países da UE
  • conduzirem o processo de reflexão em diálogo com as partes interessadas, nomeadamente os doentes, os profissionais de saúde, as entidades responsáveis pelos aspetos financeiros e os prestadores dos cuidados de saúde
  • terem em conta a saúde em linha e o potencial contributo de outras políticas, nomeadamente em matéria de emprego, deficiência, educação e habitação

Conclusões do Conselho: «Abordagens inovadoras para as doenças crónicas» pdf(7 de Dezembro de 2010)

Medidas adotadas

Um relatório intercalar Traduções da ligação anterior English (en) identificou duas prioridades principais para a ação da UE em matéria de doenças crónicas:

prevenção e promoção da saúde
gestão da doença, com destaque para a autonomização dos doentes

O resumo dos trabalhos realizados com base nesse relatório consta de um relatório final Traduções da ligação anterior English (en) .

Fases seguintes

Ao abrigo do plano de trabalho no domínio da saúde para 2013, foi lançada uma ação conjunta com países da UE no domínio das doenças crónicas e da promoção do envelhecimento saudável ao longo de toda a vidapdf.

A ação conjunta aborda o peso crescente que representam as doenças crónicas para os sistemas de saúde e os cidadãos na Europa, com especial destaque para a multimorbilidade (ou seja, os casos em que uma pessoa sofre de duas ou mais doenças crónicas), tendo como principais objetivos:

  • identificar em toda a Europa novas ações inovadoras nas redes sociais, nas ciências comportamentais e nas novas tecnologias, bem como ações mais correntes sobre fatores de risco
  • examinar os obstáculos à adoção de comportamentos de prevenção, à despistagem específica em grupos de risco e ao tratamento de doenças crónicas graves (utilizando a diabetes como um exemplo)
  • analisar mais em pormenor como abordar a questão da multimorbilidade e outras questões complexas relacionadas com as doenças crónicas