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The EU and Mozambique met in Maputo, Mozambique, on 9-11 July 2014, to launch negotiations on the renewal of the Protocol to the Sustainable Fisheries Partnership Agreement due to expire on 31 January 2015. The negotiations were conducted in an open and frank atmosphere with progress made on identifying the areas where there was agreement and those where further work is required.
The European Commission is looking for organisations to join the recently established structured dialogue group of experts on the European Structural and Investment Funds (ESIF). Among others areas, this is particularly relevant for the Common Fisheries Policy and the Integrated Maritime Policy, through the European Maritime and Fisheries Fund (EMFF).

A dourada

Tradicionalmente, a dourada era criada de forma extensiva em lagunas costeiras e albufeiras de águas salobras, nomeadamente em valicultura no Norte da Itália e em esteros no Sul de Espanha. Na década de 1980, a reprodução artificial da dourada começou a ser introduzida com sucesso e foram então desenvolvidos sistemas de criação intensiva, sobretudo em jaulas no mar. A dourada, que deve o seu nome à sua cabeça prateada, tornou-se assim num dos principais peixes produzidos na aquicultura europeia.

A dourada © ScandFish

Nome científicoSparus aurata
Produção (UE-27) – 84.590 t (2007); 67% da produção mundial.
Valor (UE-27) – 363 milhões de euros (2007).
Principais países produtores da UE – Grécia, Espanha, Itália.
Principais países produtores a nível mundial – Grécia, Turquia, Espanha.
Ficha informativa pdf - 969 KB [969 KB] български (bg) čeština (cs) dansk (da) Deutsch (de) eesti keel (et) ελληνικά (el) English (en) español (es) français (fr) Gaeilge (ga) italiano (it) latviešu valoda (lv) lietuvių kalba (lt) magyar (hu) Malti (mt) Nederlands (nl) polski (pl) română (ro) slovenčina (sk) slovenščina (sl) suomi (fi) svenska (sv)

Reprodução

Os reprodutores sãos eram outrora seleccionados no seu meio natural.

Actualmente, os ovos de dourada são cada vez mais obtidos a partir de peixes criados em viveiro. Em cada época de reprodução, é indispensável controlar o número de machos e de fêmeas, porque este peixe hermafrodita muda de sexo ao longo da sua vida: macho durante os 3 primeiros anos, fêmea durante o restante período da sua vida. Os peixes adultos são preparados para a reprodução através da fotomanipulação (controlo do período de exposição à luz do dia). O macho fertiliza os ovos da fêmea que flutuam à superfície da água. Os ovos são em seguida recolhidos e introduzidos em tanques de incubação, onde eclodem 48 horas mais tarde.

Actualmente, os ovos de dourada são cada vez mais obtidos a partir de peixes criados em viveiro. Em cada época de reprodução, é indispensável controlar o número de machos e de fêmeas, porque este peixe hermafrodita muda de sexo ao longo da sua vida: macho durante os 3 primeiros anos, fêmea durante o restante período da sua vida. Os peixes adultos são preparados para a reprodução através da fotomanipulação (controlo do período de exposição à luz do dia). O macho fertiliza os ovos da fêmea que flutuam à superfície da água. Os ovos são em seguida recolhidos e introduzidos em tanques de incubação, onde eclodem 48 horas mais tarde.

Alevinagem

Os processos de alevinagem do robalo e da dourada são similares e são realizados nas mesmas maternidades, normalmente independentes.

A larva recém-eclodida é microscópica e metade do seu tamanho é constituída pelo saco vitelino que o peixe utiliza para se alimentar. O saco vitelino contém uma série de reservas nutritivas: proteínas, aminoácidos, glicogénios, fosfolípidos. Seis dias após a sua eclosão e depois de ter absorvido o seu saco vitelino, a larva começa a alimentar-se sozinha. É então criada da mesma forma que o alevim de robalo, alimentada com algas microscópicas e zooplâncton (rotíferos), com artémia em seguida e, por último, com alimentos inertes de alto teor proteico (ver ficha « O robalo europeu»).

A larva recém-eclodida é microscópica e metade do seu tamanho é constituída pelo saco vitelino que o peixe utiliza para se alimentar. O saco vitelino contém uma série de reservas nutritivas: proteínas, aminoácidos, glicogénios, fosfolípidos. Seis dias após a sua eclosão e depois de ter absorvido o seu saco vitelino, a larva começa a alimentar-se sozinha. É então criada da mesma forma que o alevim de robalo, alimentada com algas microscópicas e zooplâncton (rotíferos), com artémia em seguida e, por último, com alimentos inertes de alto teor proteico (ver ficha « O robalo europeu»).

Engorda

Nos sistemas de exploração extensiva, as douradas são geralmente criadas com tainhas, robalos e enguias, alimentando-se de forma natural.

Nos sistemas semi-extensivos, a zona de criação é fertilizada para aumentar a disponibilidade de alimentos naturais, sendo também fornecido um suplemento de alimentos industriais. Nos sistemas de exploração intensiva, as douradas são engordadas com granulados industriais em tanques em terra ou produzidas, na sua maioria, no Mediterrâneo e nas ilhas Canárias, em jaulas no mar. Em média, as douradas atingem o seu tamanho comercial ao fim de um ano e meio. As douradas são abatidas por choque térmico: são introduzidas em cubas com água gelada para minimizar o seu sofrimento.

Nos sistemas semi-extensivos, a zona de criação é fertilizada para aumentar a disponibilidade de alimentos naturais, sendo também fornecido um suplemento de alimentos industriais. Nos sistemas de exploração intensiva, as douradas são engordadas com granulados industriais em tanques em terra ou produzidas, na sua maioria, no Mediterrâneo e nas ilhas Canárias, em jaulas no mar. Em média, as douradas atingem o seu tamanho comercial ao fim de um ano e meio. As douradas são abatidas por choque térmico: são introduzidas em cubas com água gelada para minimizar o seu sofrimento.

Consumo

Comercializada em variados tamanhos, a dourada consumida em «porção» pesa na maioria dos casos entre 400 e 600 g e é vendida inteira ou eviscerada e fresca.

Os principais mercados são a Itália e a Espanha, mas é cada vez mais apreciada no Norte da Europa. Face aos sinais de saturação revelados nos mercados actuais, começam a ser estudados novos produtos transformados, como os grandes espécimes com mais de 1 kg (para os restaurantes), assim como os filetes e os produtos congelados.

Os principais mercados são a Itália e a Espanha, mas é cada vez mais apreciada no Norte da Europa. Face aos sinais de saturação revelados nos mercados actuais, começam a ser estudados novos produtos transformados, como os grandes espécimes com mais de 1 kg (para os restaurantes), assim como os filetes e os produtos congelados.