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The 21st Session of the Fishery Committee for the Central Eastern Atlantic (CECAF) was held in Dakar, Senegal from 20 to 22 April 2016 with the participation of 23 Member countries, including the European Union, as well as observers from different regional and sub-regional fisheries organisations, cooperation agencies and NGOs. The Committee had last met in March 2012.
Today, the European Commission has adopted a proposal for a Directive which aims at improving the working conditions for workers in the fishing sector.
Romania has officially kick-started funding under the EU's European Maritime and Fisheries Fund (EMFF) for the period up to 2020. The launch of the Fisheries and Maritime Affairs Operational Programme 2014-2020 (POPAM) took place on 21 April in the city of Tulcea in the Danube delta.

O salmão do Atlântico

A criação do salmão do Atlântico é praticada desde o século XIX, quando as técnicas de maternidade foram desenvolvidas no Reino Unido. O intuito era produzir juvenis destinados a povoar os rios, para fins de pesca desportiva. Mas foi na Noruega, em 1960, que as primeiras explorações aquícolas começaram a instalar jaulas flutuantes nos fiordes, com o objectivo de comercializar salmões adultos. A iniciativa foi bem sucedida. A criação do salmão do Atlântico propagou-se então, primeiro na Europa e mais tarde em todos os mares de águas temperadas dos dois hemisférios, com base numa variedade híbrida obtida pelo cruzamento da variedade norueguesa com diferentes variedades locais. O rápido aumento da produção gerou, no final da década de 1990, alguns problemas relacionados com a saturação do mercado. Esta crise esteve na origem de restruturações significativas no sector.

O salmão do Atlântico © ScandFish
Nome científicoSalmo salar
Produção (UE-27) – 142 350 t (2007); 10% da produção mundial.
Valor (UE-27) – 662 milhões de euros (2007).
Principais países produtores da UE – Reino Unido, Irlanda.
Principais países produtores a nível mundia – Noruega (736 168 t - 2007), Chile, Canadá.
Ficha informativa pdf - 315 KB [315 KB] български (bg) čeština (cs) dansk (da) Deutsch (de) eesti keel (et) ελληνικά (el) English (en) español (es) français (fr) Gaeilge (ga) italiano (it) latviešu valoda (lv) lietuvių kalba (lt) magyar (hu) Malti (mt) Nederlands (nl) polski (pl) română (ro) slovenčina (sk) slovenščina (sl) suomi (fi) svenska (sv)

Reprodução

A reprodução do salmão do Atlântico é totalmente controlada em viveiro, a partir de reprodutores nascidos em viveiro e criteriosamente seleccionados. Os ovos são extraídos de fêmeas em fase de postura e são misturados com o sémen do macho para serem fertilizados. São depois introduzidos em tanques de incubação. O alevim sai do ovo 4 a 6 semanas após a fertilização.

Alevinagem

A criação dos alevins processa-se em duas fases, que correspondem aos estádios de desenvolvimento em água doce do salmão.

A primeira fase, em tabuleiro, corresponde ao estádio larvar, que dura 4 a 6 semanas até que a larva perca o seu saco vitelino e se transforme em juvenil capaz de se alimentar sozinho. Dá-se então início à segunda fase: o juvenil é transferido para um tanque de água doce (ou para uma jaula flutuante num lago), onde permanecerá durante um ou dois anos, o tempo necessário à sua “salmonificação”, ou seja, à aquisição das características biológicas que lhe permitem viver em águas salgadas.

A primeira fase, em tabuleiro, corresponde ao estádio larvar, que dura 4 a 6 semanas até que a larva perca o seu saco vitelino e se transforme em juvenil capaz de se alimentar sozinho. Dá-se então início à segunda fase: o juvenil é transferido para um tanque de água doce (ou para uma jaula flutuante num lago), onde permanecerá durante um ou dois anos, o tempo necessário à sua “salmonificação”, ou seja, à aquisição das características biológicas que lhe permitem viver em águas salgadas.

Engorda

O salmão jovem (ou smolt) é transferido para um viveiro marinho, numa jaula flutuante, onde permanece durante cerca de 2 anos para atingir o tamanho comercial (cerca de 2 kg).

Sendo um peixe carnívoro, o salmão é alimentado com granulados à base de farinha e de óleo de peixe (50%), que contêm também outros compostos, tais como farinhas e extractos vegetais (cereais, fava, soja...), vitaminas, sais minerais, assim como astaxantina, o pigmento (natural ou sintético) indispensável à sua saúde e que lhe confere a sua cor típica. A composição dos alimentos e o ritmo de alimentação, assim como as condições do viveiro e o processo de recolha e de abate são factores que contribuem de forma crucial para a qualidade do produto final.

Sendo um peixe carnívoro, o salmão é alimentado com granulados à base de farinha e de óleo de peixe (50%), que contêm também outros compostos, tais como farinhas e extractos vegetais (cereais, fava, soja...), vitaminas, sais minerais, assim como astaxantina, o pigmento (natural ou sintético) indispensável à sua saúde e que lhe confere a sua cor típica. A composição dos alimentos e o ritmo de alimentação, assim como as condições do viveiro e o processo de recolha e de abate são factores que contribuem de forma crucial para a qualidade do produto final.

Consumo

A maioria das empresas modernas trata o salmão desde a fase dos ovos até à fase do abate. O produto é depois fornecido às empresas de transformação, que o comercializam essencialmente fresco, aos pedaços ou fumado, em fatias. Uma proporção cada vez maior da produção é comercializada sob a forma de pratos preparados, de produtos congelados ou em conserva. Actualmente, o salmão faz parte integrante das centenas de produtos preparados comercializadas nas grandes superfícies.