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Following an eight year hiatus the EU and Senegal have today signed a new five-year Sustainable Fisheries Partnership Agreement. The agreement will allow up to 38 EU boats to fish in Senegalese waters in return for a €8.69m payment by the EU.
The European Commission has welcomed the great strides made by Latvia in addressing the shortcomings of its national fisheries control system.
A NAFO Intern Program allows students, post graduates or early career individuals from NAFO member countries an opportunity to improve their skills, enhance their experience and learn about NAFO and its activities.

O salmão do Atlântico

A criação do salmão do Atlântico é praticada desde o século XIX, quando as técnicas de maternidade foram desenvolvidas no Reino Unido. O intuito era produzir juvenis destinados a povoar os rios, para fins de pesca desportiva. Mas foi na Noruega, em 1960, que as primeiras explorações aquícolas começaram a instalar jaulas flutuantes nos fiordes, com o objectivo de comercializar salmões adultos. A iniciativa foi bem sucedida. A criação do salmão do Atlântico propagou-se então, primeiro na Europa e mais tarde em todos os mares de águas temperadas dos dois hemisférios, com base numa variedade híbrida obtida pelo cruzamento da variedade norueguesa com diferentes variedades locais. O rápido aumento da produção gerou, no final da década de 1990, alguns problemas relacionados com a saturação do mercado. Esta crise esteve na origem de restruturações significativas no sector.

O salmão do Atlântico © ScandFish
Nome científicoSalmo salar
Produção (UE-27) – 142 350 t (2007); 10% da produção mundial.
Valor (UE-27) – 662 milhões de euros (2007).
Principais países produtores da UE – Reino Unido, Irlanda.
Principais países produtores a nível mundia – Noruega (736 168 t - 2007), Chile, Canadá.
Ficha informativa pdf - 315 KB [315 KB] български (bg) čeština (cs) dansk (da) Deutsch (de) eesti keel (et) ελληνικά (el) English (en) español (es) français (fr) Gaeilge (ga) italiano (it) latviešu valoda (lv) lietuvių kalba (lt) magyar (hu) Malti (mt) Nederlands (nl) polski (pl) română (ro) slovenčina (sk) slovenščina (sl) suomi (fi) svenska (sv)

Reprodução

A reprodução do salmão do Atlântico é totalmente controlada em viveiro, a partir de reprodutores nascidos em viveiro e criteriosamente seleccionados. Os ovos são extraídos de fêmeas em fase de postura e são misturados com o sémen do macho para serem fertilizados. São depois introduzidos em tanques de incubação. O alevim sai do ovo 4 a 6 semanas após a fertilização.

Alevinagem

A criação dos alevins processa-se em duas fases, que correspondem aos estádios de desenvolvimento em água doce do salmão.

A primeira fase, em tabuleiro, corresponde ao estádio larvar, que dura 4 a 6 semanas até que a larva perca o seu saco vitelino e se transforme em juvenil capaz de se alimentar sozinho. Dá-se então início à segunda fase: o juvenil é transferido para um tanque de água doce (ou para uma jaula flutuante num lago), onde permanecerá durante um ou dois anos, o tempo necessário à sua “salmonificação”, ou seja, à aquisição das características biológicas que lhe permitem viver em águas salgadas.

A primeira fase, em tabuleiro, corresponde ao estádio larvar, que dura 4 a 6 semanas até que a larva perca o seu saco vitelino e se transforme em juvenil capaz de se alimentar sozinho. Dá-se então início à segunda fase: o juvenil é transferido para um tanque de água doce (ou para uma jaula flutuante num lago), onde permanecerá durante um ou dois anos, o tempo necessário à sua “salmonificação”, ou seja, à aquisição das características biológicas que lhe permitem viver em águas salgadas.

Engorda

O salmão jovem (ou smolt) é transferido para um viveiro marinho, numa jaula flutuante, onde permanece durante cerca de 2 anos para atingir o tamanho comercial (cerca de 2 kg).

Sendo um peixe carnívoro, o salmão é alimentado com granulados à base de farinha e de óleo de peixe (50%), que contêm também outros compostos, tais como farinhas e extractos vegetais (cereais, fava, soja...), vitaminas, sais minerais, assim como astaxantina, o pigmento (natural ou sintético) indispensável à sua saúde e que lhe confere a sua cor típica. A composição dos alimentos e o ritmo de alimentação, assim como as condições do viveiro e o processo de recolha e de abate são factores que contribuem de forma crucial para a qualidade do produto final.

Sendo um peixe carnívoro, o salmão é alimentado com granulados à base de farinha e de óleo de peixe (50%), que contêm também outros compostos, tais como farinhas e extractos vegetais (cereais, fava, soja...), vitaminas, sais minerais, assim como astaxantina, o pigmento (natural ou sintético) indispensável à sua saúde e que lhe confere a sua cor típica. A composição dos alimentos e o ritmo de alimentação, assim como as condições do viveiro e o processo de recolha e de abate são factores que contribuem de forma crucial para a qualidade do produto final.

Consumo

A maioria das empresas modernas trata o salmão desde a fase dos ovos até à fase do abate. O produto é depois fornecido às empresas de transformação, que o comercializam essencialmente fresco, aos pedaços ou fumado, em fatias. Uma proporção cada vez maior da produção é comercializada sob a forma de pratos preparados, de produtos congelados ou em conserva. Actualmente, o salmão faz parte integrante das centenas de produtos preparados comercializadas nas grandes superfícies.