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Last updated: 13/01/2006
EuropeAid

Bases metodológicas
Processo de avaliação (como?)
Recolha de dados

EuropeAid
 

Dificuldades mais frequentes na recolha de dados

 


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Quais são? Como enfrentá-las?

Ainda que o programa de recolha de dados tenha sido cuidadosamente preparado, é frequente a equipa de avaliação encontrar problemas durante o seu trabalho no terreno. As dificuldades mais frequentes ocorrem com:

O acesso aos interlocutores

O processo de amostragem revela-se difícil. Decidir se uma amostra reduzida pode ou não proporcionar resultados estatísticos válidos. Se não, aplicar outra técnica como a do grupo de discussão.
Um interlocutor não se expressa livremente Centrar as entrevistas em factos e não em opiniões.

Propor que a informação dada permaneça no anonimato e explicar como tal será garantido.
Um interlocutor expressa-se de uma maneira que parece propositadamente distorcida Centrar as entrevistas em factos e não em opiniões.

Cruzar as informações com outras fontes.


Diferença cultural

Só se pode ter acesso ao interlocutor ou à fonte de informação na língua local. A equipa de avaliação deveria incluir pelo menos um membro fluente no idioma local (a tradução e a interpretação geram sempre perdas de informação significativas).
Existe uma grande diferença cultural entre a equipa de avaliação e a população inquirida. Se possível, entender os enviesamentos, ajustar os dados e verificar informações através de outras fontes.


Inexistência ou fragilidade dos dados

Uma fonte de informação revela-se incompleta. Se possível, extrapolar os dados que faltam e verificar informações através de outras fontes.
Uma fonte de informação revela não ser fiável. Se possível, entender os enviesamentos, ajustar os dados e verificar informações através de outras fontes.


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Recomendações
  • Qualquer avaliação gera uma sensação de incerteza, o que torna alguns detentores de interesse relutantes, quando não hostis, em colaborar. Nestes casos manter uma atitude positiva, insistir no uso pretendido da avaliação, garantir imparcialidade e centrar as entrevistas em factos em vez de em opiniões.
  • Se uma fonte de informação não está acessível ou se uma técnica de pesquisa não é gerível, mudar o plano de trabalho de recolha de dados para recolher informações semelhantes através de outras fontes.
  • Prestar a devida atenção aos enviesamentos e aos riscos de falta de fiabilidade. Esforçar-se por entendê-los e relatá-los.
  • Evitar confiar numa única fonte de informação para facilitar a verificação na fase de análise. Isto também facilitará a gestão caso uma das fontes não possa ser usada.
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