Os critérios integram e completam os da fase anterior (relatório prévio).
1.Satisfação das necessidades
Este relatório expressa clara e detalhadamente como a equipa de avaliação entende os seguintes pontos:
- As exigências que aparecem no enquadramento regulador da avaliação, especialmente no que se refere à prestação de contas;
- As expectativas expressas nos termos de referência;
- As exigências expressas pelos membros do grupo de referência.
O relatório contextualiza a avaliação, relacionando-a com as bases das políticas de desenvolvimento, de cooperação ou externas e com qualquer outra política da CE ou de algum país parceiro.
As perguntas de avaliação propostas e os respectivos critérios de apreciação relevantes reflectem as exigências identificadas e o uso pretendido da avaliação e devem estar isentas de qualquer ambiguidade.
O relatório dá as primeiras respostas parciais às perguntas de avaliação e estas contribuições reflectem as exigências identificadas.
2. Âmbito pertinente
O relatório delimita o âmbito central da avaliação nas suas dimensões temporal, geográfica e reguladora e justifica as opções para essa delimitação. Inclui também uma análise das sobreposições com outras políticas relacionadas e justifica as opções pelas sobreposições que foram examinadas.
Os temas estudados, as perguntas de avaliação e os critérios de apreciacão reflectem:
- Os resultados e impactos pretendidos, identificados durante a reconstrução da lógica de intervenção.
- Os vários sectores, temas e instrumentos.
- Os critérios de avaliação do CAD, sem deixar de lado a eficácia e a sustentabilidade, ou a coerência/complementaridade e a mais-valia para a comunidade.
3. Justificação do método
O relatório descreve o método de recolha e análise de dados efectivamente aplicado na fase documental. Deve explicar, também, os problemas encontrados e as possíveis limitações.
Além disso, o relatório descreve o método de recolha e análise de dados a aplicar na fase de trabalho de campo. Demonstra como este método permitirá tratar adequadamente o conjunto das perguntas de avaliação, bem como realizar uma apreciação geral. As opções tomadas são discutidas e defendidas em relação a outras possíveis.
O método é viável no contexto da avaliação. Especificam-se claramente os riscos e as limitações. O relatório indica os riscos em que se incorreria se fossem adoptadas outras opções metodológicas.
4. Fiabilidade dos dados
Identificam-se as fontes dos dados qualitativos e quantitativos. A equipa de avaliação faz uma auto-avaliação da fiabilidade dos dados e expõe com clareza os limites da sua validade.
5. Solidez da análise
O relatório inclui uma primeira análise dos dados disponíveis para responder às perguntas de avaliação e deduzir as hipóteses a testar na fase de trabalho de campo. O raciocínio é explícito e bem fundamentado.
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