Perguntas frequentes

... sobre a retirada progressiva do mercado das lâmpadas incandescentes e a iluminação de baixo consumo energético.

 

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DESAPARECIMENTO PROGRESSIVO DAS LÂMPADAS INCANDESCENTES

P: O que é que levou a UE a decidir retirar progressivamente do mercado as lâmpadas incandescentes tradicionais?

R: O objectivo último da UE é reduzir a as emissões de CO2em cerca de 15 milhões de toneladas por ano.

A iluminação pode chegar a representar um quinto da electricidade consumida no sector doméstico.

As tecnologias de iluminação mais eficientes consomem até 5 vezes menos electricidade do que as menos eficientes.

As lâmpadas economizadoras podem reduzir em cerca de 10 % a 15 % o total da electricidade consumida nas nossas casas, poupando cerca de 40 mil milhões de quilowatts/hora por ano em toda a UE (o que equivale, aproximadamente, ao consumo da Roménia).

 

P: O que é que eu tenho a ganhar com esta medida?

R: Para além dos inegáveis benefícios ambientais a longo prazo, as lâmpadas economizadoras podem permitir-lhe poupar cerca de 50 euros por ano (incluindo o preço das lâmpadas) na conta da electricidade.

E o dinheiro globalmente poupado – 5 a 10 mil milhões de euros por ano – acabará por ser reinjectado na economia da UE, contribuindo para a prosperidade de todos.

 

P: Como e quando irão desaparecer as lâmpadas que consomem mais energia?

R: As lâmpadas para utilização doméstica que não satisfaçam os novos requisitos da UE em matéria de eficiência energética desaparecerão progressivamente do mercado até 2012.

As lâmpadas incandescentes foscas não satisfazem estes requisitos e por isso já foram retiradas.

As lâmpadas incandescentes transparentes vão ser retiradas gradualmente.

As de 100 W ou mais já desapareceram. As de 75 W irão ser retiradas em 2010, as de 60 W em 2011 e as de 40 W e menos em 2012.

Calendário para a retirada do mercado das lâmpadas de alto consumo

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P: Qual a percentagem de lâmpadas de alto consumo na UE antes da entrada em vigor das novas regras (em 2009)?

R: Cerca de 75 % (2 100 milhões num total de 3 900 milhões de lâmpadas).

 

P: O que vai acontecer às lâmpadas especiais como, por exemplo, as lâmpadas para fornos ou as iluminações de Natal?

R: Sempre que a sua substituição por alternativas que consumam menos energia não seja possível, estas lâmpadas continuarão a existir.

 

P: O que vai acontecer às lâmpadas que não cumprem os novos requisitos (incandescentes) que ainda estão à venda nas lojas?

R: As lâmpadas que já estão nas lojas podem ser vendidas até ao esgotamento dos stocks.

As regras aplicam-se apenas às novas lâmpadas produzidas para venda na UE.

 

ALTERNATIVAS ÀS LÂMPADAS INCANDESCENTES

P: Quais as alternativas às lâmpadas de alto consumo?

R: Após o desaparecimento das lâmpadas incandescentes tradicionais do mercado da UE em 2012, continuará a ter muitos tipos de lâmpadas por onde escolher:

  • lâmpadas incandescentes melhoradas (com tecnologia halogéneo), iguais às lâmpadas incandescentes tradicionais no que se refere à forma e à qualidade da luz emitida, mas mais eficientes;
  • lâmpadas fluorescentes compactas, muito eficientes e duradouras;
  • lâmpadas LED, muito eficientes e duradouras e que usam uma tecnologia de ponta.

Mais sobre as lâmpadas economizadoras

Embora sejam mais caras no momento da compra, as lâmpadas alternativas acabam por ficar mais baratas a prazo dado consumirem menos energia.

Pode poupar entre 25 a 50 euros por ano em função do tamanho da sua casa e das lâmpadas que escolher.

 

P: Quando devo usar lâmpadas incandescentes melhoradas?

R: Vantagens das lâmpadas incandescentes melhoradas

  • têm o mesmo aspecto e forma que as lâmpadas incandescentes tradicionais;
  • dão o mesmo tipo de luz;
  • mal se ligam atingem instantaneamente a intensidade luminosa máxima;
  • são sempre compatíveis com a regulação da intensidade luminosa;
  • não são afectadas pela temperatura ambiente;
  • são mais baratas no momento da compra.

Desvantagens das lâmpadas incandescentes melhoradas

  • não poupam tanta energia quanto as outras lâmpadas economizadoras;
  • duram muito menos tempo (2 anos) do que as alternativas (6 a 10 anos para as lâmpadas fluorescentes compactas e as lâmpadas LED);
  • são mais caras a longo prazo (consomem mais energia e têm de ser substituídas com mais frequência);
  • apenas estão disponíveis com cor de luz «warm white» (temperatura cromática), o que limita o leque de utilizações possíveis;
  • aquecem muito durante a utilização (como as lâmpadas tradicionais).

Utilizações indicadas:

  • quando é necessária uma luz quente;
  • para luzes pouco utilizadas, em que demoraria muito tempo a compensar o preço mais elevado de uma lâmpada mais duradoura e com menor consumo de energia.

 

P: Quando devo usar lâmpadas fluorescentes compactas?

R: Vantagens das lâmpadas fluorescentes compactas

  • usam até 80 % menos energia do que as lâmpadas incandescentes tradicionais;
  • permitem economizar até 60 euros durante a vida da lâmpada;
  • duram pelo menos 6 a 10 anos (em comparação com 1 a 2 anos para as lâmpadas incandescentes tradicionais);
  • evitam o risco de queimaduras dada a sua baixa temperatura de funcionamento;
  • proporcionam uma maior escolha de cor de luz (temperatura cromática).

Nota:

  • O funcionamento das lâmpadas fluorescentes compactas normais é afectado por determinados factores, como a frequência com que são ligadas e desligadas e as temperaturas extremas. Estas lâmpadas são incompatíveis com a utilização de reguladores da intensidade luminosa e, quando se ligam, demoram algum tempo a atingir a sua intensidade luminosa máxima.
  • Mas há lâmpadas fluorescentes compactas especiais que não têm estas limitações.



    Verifique na embalagem se a lâmpada que está a comprar pode ser ligada e desligada com frequência, se é compatível com o uso de reguladores da intensidade luminosa, se funciona bem em temperaturas extremas ou se tem um arranque rápido.
  • As lâmpadas fluorescentes compactas são sempre foscas, pelo que só podem produzir uma luz suave, equivalente à das lâmpadas incandescentes foscas.
  • Quando deixam de funcionar, não podem ser deitadas no lixo normal, devendo ser entregues numa loja da especialidade ou num ecocentro.
  • Caso uma lâmpada fluorescente compacta se parta dentro de casa, deve abrir-se uma janela para deixar a divisão arejar. As superfícies sujas devem ser limpas com um pano húmido. Os resíduos não devem ser aspirados e devem ser apanhados de modo a evitar o contacto directo com a pele.

Utilizações indicadas:

  • para todas as luzes muito utilizadas ou utilizadas por longos períodos;
  • quando é necessária uma luz suave.

    (Não se esqueça de verificar qual a cor de luz na embalagem: quente («warm white») ou fria («cold white»).)

 

P: Quando devo usar lâmpadas LED?

R: Vantagens das lâmpadas LED

  • usam até 80 % menos energia do que as lâmpadas incandescentes tradicionais;
  • são menos caras a longo prazo (o seu preço ainda é elevado mas deverá descer nos próximos anos);
  • duram pelo menos 10 anos (em comparação com 1 a 2 anos para as lâmpadas incandescentes tradicionais);
  • evitam o risco de queimaduras dada a sua baixa temperatura de funcionamento;
  • podem ser ligadas e desligadas frequentemente;
  • atingem a intensidade luminosa máxima mal são ligadas;
  • proporcionam uma maior escolha de cor de luz (temperatura cromática)
  • dão uma luz clara, crua ou suave, conforme necessário.

Nota:

  • actualmente, apenas estão disponíveis lâmpadas de potência baixa a média (inferior ao equivalente a 75 W nas lâmpadas incandescentes);
  • algumas lâmpadas LED são sensíveis à temperatura ou incompatíveis com os reguladores de intensidade luminosa, mas existem lâmpadas especiais que não têm estas limitações;
  • quando deixam de funcionar, as lâmpadas LED não podem ser deitadas no lixo normal, devendo ser entregues numa loja da especialidade ou num ecocentro.

Utilizações indicadas:

  • para todas as luzes muito utilizadas ou utilizadas por longos períodos.

Verifique na embalagem se a cor de luz é a que pretende (luz quente («warm white») ou fria («cold white»)) e se as lâmpadas são compatíveis com reguladores de intensidade luminosa ou com temperaturas extremas.

 

P: Como posso avaliar a luminosidade das lâmpadas novas?

R: A luminosidade é frequentemente expressa em termos de equivalente à potência das lâmpadas incandescentes, por exemplo «esta lâmpada economizadora de 15W dá uma luz equivalente à de uma lâmpada de 60W».

No entanto, dado que as lâmpadas incandescentes irão desaparecer após 2012, é necessária uma nova forma de medir a luminosidade.

A melhor medida é o lúmen que exprime a luz emitida pela lâmpada e não a a electricidade consumida (watts).

Por exemplo, o fluxo luminoso de uma lâmpada incandescente de 60W é de cerca de 810 lúmenes. Portanto, para comprar uma lâmpada economizadora que dê a mesma luz, esqueça a potência e procure uma lâmpada de 810 lúmenes.

Os lúmenes são indicados na embalagem das lâmpadas que ostentam o rótulo energético da UE desde 1998. A partir de Setembro de 2010, os lúmenes serão indicados com mais destaque do que os watts.

Equivalências



Lâmpadas incandescentes Lâmpadas economizadoras
100 W1300-1530 lúmenes
75 W920-1060 lúmenes
60 W700-810 lúmenes
40 W410-470 lúmenes
25 W220-250 lúmenes

 

DESEMPENHO, CUSTO E FIM DE VIDA

P: As lâmpadas economizadoras são mais caras do que as lâmpadas incandescentes?

R: Não. As lâmpadas fluorescentes compactas e as lâmpadas LED acabam por ficar muito mais baratas do que as lâmpadas incandescentes tradicionais porque:

  • duram mais tempo - 6 a 10 vezes mais do que as lâmpadas incandescentes convencionais;
  • consomem menos electricidade - cerca de um quinto da consumida pelas lâmpadas incandescentes tradicionais.

Uma lâmpada economizadora de 23 W que dure 6 anos fica 100 euros mais barata do que as várias lâmpadas incandescentes tradicionais de 80 W que seriam necessárias para dar a mesma luz durante o mesmo período de tempo (com a energia ao preço de 0,136 kW h).

 

P: As lâmpadas economizadoras vão ficar mais baratas?

R: Talvez, quando as vendas aumentarem, embora os preços já tenham descido nestes últimos anos.

Actualmente, continua a ser mais caro produzir uma lâmpada economizadora do que uma lâmpada incandescente.

 

P: As lâmpadas economizadoras dão menos luz?

R: Não, as lâmpadas economizadoras dão exactamente a mesma luz que as lâmpadas incandescentes tradicionais.

Compare o fluxo luminoso das lâmpadas, expresso em lúmenes (e não a potência, em watts).

Por exemplo, tanto uma lâmpada fluorescente compacta de 15 W como uma lâmpada incandescente tradicional de 60 W produzem um fluxo luminoso de 810 lúmenes.

 

P: Quanto duram as lâmpadas economizadoras?

R: Entre 6 000 e 15 000 horas (lâmpadas fluorescentes compactas e lâmpadas LED em condições de utilização doméstica normais).

Em comparação, as lâmpadas incandescentes tradicionais duram, em média, 1 000 horas.

Embora as novas regras da UE imponham requisitos mínimos em matéria de tempo de vida das lâmpadas fluorescentes compactas, este pode ser reduzido em determinadas circunstâncias (ver próxima pergunta).

 

P: As lâmpadas fluorescentes compactas duram menos tempo se forem ligadas e desligadas com frequência?

R: Algumas lâmpadas fluorescentes compactas, sim.

Verifique na embalagem o número de vezes que a lâmpada pode ser ligada e desligada.

Ligar e desligar uma lâmpada com frequência (mais do que uma vez por hora de funcionamento) reduz o tempo de vida de algumas lâmpadas fluorescentes compactas.

Mas existem lâmpadas fluorescentes compactas especialmente concebidas para serem ligadas e desligadas com frequência.

E as lâmpadas incandescentes melhoradas e as lâmpadas LED não são afectadas pela frequência com que se ligam e desligam.

P: É verdade que as lâmpadas economizadoras não são compatíveis com os reguladores de intensidade luminosa?

R: Não. As lâmpadas normais não são compatíveis, mas existem no mercado lâmpadas fluorescentes compactas e lâmpadas LED que podem ser utilizadas com reguladores de intensidade luminosa e reguladores que podem ser utilizados com qualquer lâmpada economizadora.

Verifique na embalagem se a lâmpada é compatível com a utilização de um regulador de intensidade luminosa.

As lâmpadas incandescentes melhoradas, que continuarão a estar disponíveis, são sempre compatíveis com a utilização de reguladores.

 

P: O que devo fazer quando uma lâmpada fluorescente compacta ou uma lâmpada LED se parte ou deixa de funcionar?

O que fazer com as lâmpadas economizadoras usadas

 

P: As lâmpadas fluorescentes compactas demoram mais tempo a ligar e a atingir a sua intensidade luminosa máxima?

R: Sim, mas as novas regras obrigam a que:

  • não demorem mais de 2 segundos a ligar e
  • atinjam 60 % da sua intensidade luminosa máxima no prazo de 1 minuto.

A rapidez de arranque será indicada na embalagem.

As lâmpadas incandescentes melhoradas e as lâmpadas LED atingem instantaneamente a sua intensidade luminosa máxima.

 

P: É verdade que as lâmpadas economizadoras nem sempre encaixam nos suportes existentes?

R: Algumas lâmpadas economizadoras poderão não encaixar nos suportes existentes, mas é sempre possível encontrar lâmpadas compatíveis.

 

P: As lâmpadas economizadoras dão menos luz à medida que envelhecem?

R: Sim, à medida que envelhecem as lâmpadas economizadoras emitem progressivamente menos luz, chegando a dar menos 30% de luz no final de vida.

Mas as novas regras impõem um requisito mínimo para o fluxo luminoso no final de vida de uma lâmpada.

 

P: É verdade que as lâmpadas economizadoras não funcionam quando está muito frio?

R: Sim, em temperaturas extremamente baixas as lâmpadas fluorescentes compactas e as lâmpadas LED normais podem perder uma parte substancial do seu fluxo luminoso.

No entanto, existem lâmpadas dos dois tipos especialmente concebidas para serem utilizadas no exterior cujo funcionamento não é prejudicado pelo frio (verifique a informação na embalagem).

As lâmpadas incandescentes tradicionais, que continuarão a estar disponíveis, podem funcionar a qualquer temperatura.

 

P: Algumas das novas lâmpadas contêm mercúrio. Isto poderá causar mais poluição?

R: As lâmpadas fluorescentes compactas contêm quantidades muito pequenas de mercúrio.

Globalmente, no entanto, a utilização destas lâmpadas irá reduzir as emissões de mercúrio (bem como as emissões de dióxido de carbono).

Isto porque irão consumir menos 80 % de electricidade do que as lâmpadas incandescentes, muita da qual produzida em centrais a carvão. Queimar carvão para produzir electricidade liberta mercúrio.

Se quiser uma lâmpada economizadora que não contenha mercúrio pode optar por uma lâmpada LED.

 

P: O calor libertado pelas lâmpadas incandescentes pode ser aproveitado?

R: Não, não é eficiente quando comparado com outras formas de aquecimento e é considerado uma perda de energia.

Além disso, as lâmpadas incandescentes libertam calor independentemente de este ser ou não preciso e podem mesmo aumentar as necessidades de arrefecimento nas estações mais quentes.

E nem todas as divisões que necessitam de iluminação precisam de ser aquecidas.

 

P: O que fazer quando uma lâmpada fluorescente compacta se parte?

R: O que fazer com as lâmpadas economizadoras usadas

 

P: As lâmpadas fluorescentes compactas são perigosas para a saúde?

R: Não, esta questão foi estudada pelo comité científico da UE que analisa os riscos para a saúde e que concluiu que, em condições de utilização normais, as lâmpadas fluorescentes compactas não são perigosas para a saúde.

 

SOBRE AS REGRAS DA UE

P: O desaparecimento das lâmpadas incandescentes convencionais é a única medida prevista nas regras da UE na matéria?

R: Não, estas regras também prevêem requisitos mínimos em termos de:

  • eficiência energética de todos os tipos de lâmpadas;
  • desempenho da lâmpada (por exemplo, tempo de vida e fluxo luminoso);
  • informações sobre o produto que é obrigatório fornecer.

Isto facilitará a tarefa de escolher a lâmpada certa para uma determinada utilização.

 

P: A decisão de acabar progressivamente com as lâmpadas incandescentes tradicionais baseou-se em dados científicos?

R: Sim, antes de a legislação ser redigida foi feito um estudo aprofundado sobre diferentes tecnologias de iluminação para determinar os seus potenciais benefícios ambientais e impacto nos consumidores e na indústria.

 

P: As partes interessadas foram consultadas?

R: Sim, organizações de consumidores, ONG e associações industriais tiveram a oportunidade de apresentar as suas observações, tanto durante o estudo preparatório como sobre os primeiros documentos de trabalho da Comissão.

 

P: Porque é que a UE tomou uma medida tão radical (acabar com as lâmpadas incandescentes)?

R: Embora, já desde 1998, as lâmpadas economizadoras sejam claramente rotuladas como as mais eficientes em termos de custos, o seu preço de compra relativamente elevado dificultou a sua aceitação (apesar de serem globalmente mais baratas tendo em conta que economizam energia durante a sua utilização).

Para obstar a esta situação, os governos da UE e o Parlamento Europeu pediram à Comissão que adoptasse requisitos mínimos para acabar com as lâmpadas menos eficientes.

 

E A SEGUIR?

P: Está prevista a revisão da actual rotulagem energética das lâmpadas?

R: Sim. Desde 1998 a embalagem das lâmpadas tem de indicar a eficiência energética da lâmpada numa escala de A a G.

Esta escala será reexaminada a fim de ter em conta o desaparecimento de muitas lâmpadas ineficientes e o aparecimento recente de lâmpadas mais eficientes.

Será igualmente alargada às lâmpadas reflectoras e às lâmpadas de baixa potência (provavelmente em 2010).

 

P: Como tenciona a UE garantir poupanças de energia nos outros sectores?

R: Paralelamente às medidas relativas às lâmpadas, a Comissão está a preparar legislação em matéria de eficiência energética para mais vinte grupos de produtos, como televisores, caldeiras, cilindros e motores eléctricos.

Existe igualmente legislação em vigor que melhora a eficiência energética noutros sectores.

Além disso, a UE incentiva activamente os países não europeus a adoptarem medidas, ou a reforçarem as já em vigor, para reduzir as suas emissões de gases com efeito de estufa.