IMPORTANT LEGAL NOTICE
 

 VIAAS - Vias de Interculturalidade na Área do Asilo ascii version

Portugal

 
DP Managing organisation : Conselho Português para os Refugiados - CPR
Other national partners : Centro de Formação Profissional para o Sector Alimentar - CFPSA
Instituto da Segurança Social, IP
MUNICIPIO DE LOURES
Santa Casa de Misericórdia de Lisboa
EQUAL theme :Asylum seekers 
Type of DP :Sectoral - Specific discrimination and inequality problems 
DP Legal status :Association without legal form 
DP identification :PT-2004-293 
Application phase :Approved for action 2 
Selection date :07-09-2005 
Last update :11-03-2008 
Monitoring: 2005  2006   

Rationale

Text available in

- Asylum seekers and refugees: - Persistence; - Capacity to start a new life and being aware of the difficulties in the host country; - Capacity to use their competences and life experience; - Flexibility to work in different professions; - Integration process of refugee's children helps and supports parents' integration and language learning. Project workers': - Mutual trust relationship between workers and asylum seekers; - Interest in finding innovative ways to support asylum seekers; - Motivation to learn in the context of team work; - To increase the understanding for the difficulties and limits of each organisation; - Project workers’ enjoy their work. Organisations: - Strong cooperation among organisations and workers dealing with asylum seekers; - Interest in working on a long term perspective; - Network of organisations dealing with asylum and refugees; - Informal network for the follow up of refugees' cases; - Organisations work better together and complement the support given to refugees and asylum seekers. General: - Starting-up businesses (formal and informal) by asylum seekers and refugees; - Informal networks to support asylum seekers and refugees to seek employment; - Different religious groups which provide help. , - Asylum seekers and refugees: - Isolation; - Mobility. Project Workers': - Difficulties to identify and put into practice formal and informal skills of refugees and asylum seekers; - To break up with daily routines and to find innovative and creative approaches; - To deal with prejudices; - No respect for equal opportunities and discriminatory practices; - To deal with frustration. Organisations: - Development partnership sometimes blocked because of a consensus strategy; - Bureaucratic and administrative approaches. General: - Very few asylum requests accepted which leads to illegal migration; - Difficulties to find formal employment and training for asylum seekers and refugees; - Difficulties to obtain the recognition of educational and professional certificates; - Barriers in establishing contacts with employers.

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Objective

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Objectives: - To design and to test a skill audits methodology; - To find new ways to occupy asylum seekers in the period they are not entitled to work; - To experiment new ways to value multiculturality / interculturality; - To make vocational training more accessible to asylum seekers and refugees. Activities: 1) Recognition, validation and certification of competences; 2) Cultural activities and support to the community (voluntary basis); 3) Vocational training on meat choping; 4) Vocational training for restaurants’ waiters; 5) Identification of vocational training; 6) E-learning in asylum, refugees and Human Rights; 7) Transnational partnership PASSI; 8) Monitoring and evaluation. Products: 1) Transnational model for the recognition and validation of competences; 2) Transnational report; 3) Study visits good practices reports’; 4) International cooking book; 5) Resource guide for the Loures City Council; 6) Guide of good practices on vocational training for refugees and immigrants; 7) Model to evaluate, validate and certificate educational competences of refugees and immigrants. Innovation: - To design innovative methodologies to integrate refugees into de labour market, namely in areas where there is a shortage of human resources (ex. vocational training, skill audits); - To find occupational activities for asylum seekers during the waiting period; - To qualify asylum seekers and refugees to work in sectors where there is a shortage of human resources; - Experiment new ways to make the host society more open and friendly to refugees and asylum seekers (theatre, cooking courses, etc.); - To test activities that later on will be transferred to the new reception centre, namely those which aim is to bridge refugees, local community and organisations; - To share experiences among workers of different organisations; - To network with organisations which were not working previously to the project in the asylum field.

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Innovation


Nature of the experimental activities to be implemented Rating
Training ****
Guidance and social services ****

Type of innovation Rating
Process-oriented ****
Goal-oriented ****
Context oriented **

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Budget Action 2

500 000 – 1 000 000 €

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Beneficiaries


Assistance to persons 
Unemployed  9.7%  10.0% 
Employed  35.0%  43.1% 
Others (without status, social beneficiaries...)  1.1%  1.1% 
  100.0% 
 
Migrants, ethnic minorities, …  0.0%  0.0% 
Asylum seekers  32.4%  47.5% 
Population not migrant and not asylum seeker  13.4%  6.7% 
  100.0%
 
Physical Impairment  0.0%  0.0% 
Mental Impairment  0.0%  0.0% 
Mental Illness  0.0%  0.0% 
Population not suffering from a disability  45.8%  54.2% 
  100.0% 
 
Substance abusers 0.0%  0.0% 
Homeless  0.0%  0.0% 
(Ex-)prisoners  0.0%  0.0% 
Other discriminated (religion, sexual orientation)  32.4%  47.5% 
Without such specific discriminations  13.4%  6.7% 
  100.0% 
 
< 25 year  3.8%  4.0% 
25 - 50 year  39.7%  45.8% 
> 50 year  2.2%  4.5% 
   100.0% 

Assistance to structures and systems and accompanying measures Rating
Unemployment ****

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Empowerment

 

 With beneficiaries

Participation
Promoting individual empowerment
Developing collective responsibility and capacity for action
Participation in the project design
Participation in running and evaluating activities
Changing attitudes and behavior of key actors

 

 Between national partners

N.C.

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Transnationality

 

 Linguistic skills

  • português

 Percentage of the budget for transnational activities

  • 0.1%

 Transnational Co-operation Partnerships

Transnational Co-operation Agreement DPs involved
4153 PASSI - Prepare Asylum Seekers and Society for Integration DE XB4-76051-20-20/260
GR 232252
IT IT-S2-MDL-074
MT 5

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Background

 

N.C.

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Networking

 Interest in networking

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O Modelo Integrado de Acolhimento, Orientação e Formação de Base para Públicos em Particular Situação de Exclusão Social será utilizado e incorporado pela SCML pelo Centro de Formação Profissional para o Sector Terciário. A SCML foi parceira na acção 2, tendo sido conceptora do produto. Através do projecto “SER MAIS”, criado a partir do produto, a SCML pretende transferir e “aplicar” este RTP a outros públicos acompanhados pela instituição. Há o compromisso do produto ser disseminado, transferido e incorporado no interior da SCML, com o envolvimento de outros departamentos, técnicos e dirigentes (OFIP e Direcções Locais de Acção Social), para beneficiar outros públicos-alvo da instituição (ex. refugiados, imigrantes, desempregados de longa duração). O Centro de Formação Profissional para o Sector Terciário vai transferir e incorporar o produto, adaptando-o ao público do seu Centro Novas Oportunidades (CNO) e programa "Portugal Acolhe". Este parceiro já conhece o RTP e participou na sessão de validação enquanto incorporador. O Guia de Boas Práticas para a Integração de Imigrantes e Refugiados nos Centros de Formação Profissional será incorporado pelo CRISFORM, pelo CENFIC e ainda por outras entidades a identificar. O CRISFORM pretende transferir e incorporar o produto, adaptando-o às necessidades dos imigrantes que estão a efectuar ou pretendem vir a realizar formação profissional. O Guia deverá ser ainda disseminado em empresas que trabalham com este Centro e que realizam formação interna aos imigrantes. São empresas da área da cristalaria e também das limpezas e manutenção (o CRISFORM faz formação na área da Higiene e Segurança do Trabalho a empresas deste sector e outros). O CENFIC pretende transferir e incorporar o produto, adaptando-o às necessidades dos imigrantes que estão a efectuar formação profissional no Centro. Os dois Centros pretendem aumentar o nº de formandos imigrantes. O produto foi-lhes apresentando em reuniões promovidas pela parceria. Pretende-se ainda divulgar este RTP junto das delegações do CFPSA (Porto, Coimbra e Loulé) e, em particular, junto das empresas, associações e sindicatos destas localidades. O e-Learning como veículo privilegiado para a sensibilização e formação na área dos Direitos Humanos e do Asilo será incorporado pelo CPR. Pretende-se adaptar o curso de e-learning à formação presencial, que é leccionada na Universidade Católica do Porto. Este curso pode beneficiar de uma componente a distância, com recurso à Internet, que complemente e inove a formação dada. O CPR foi o conceptor desta Prática Bem Sucedida (PBS), o que facilita agora a sua incorporação. No decorrer da acção 3 serão identificados outros incorporadores, já que a apresentação desta PBS será feita transversalmente, nos workshops iniciais. Serão abordados alguns Centros Locais de Apoio ao Imigrante (CLAIs), de Loures, Silves e Viana do Castelo, que participaram já na formação dada na Acção 2.

 Events

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O Modelo Integrado de Acolhimento, Orientação e Formação de Base para Públicos em Particular Situação de Exclusão Social será utilizado e incorporado pela SCML pelo Centro de Formação Profissional para o Sector Terciário. A SCML foi parceira na acção 2, tendo sido conceptora do produto. Através do projecto “SER MAIS”, criado a partir do produto, a SCML pretende transferir e “aplicar” este RTP a outros públicos acompanhados pela instituição. Há o compromisso do produto ser disseminado, transferido e incorporado no interior da SCML, com o envolvimento de outros departamentos, técnicos e dirigentes (OFIP e Direcções Locais de Acção Social), para beneficiar outros públicos-alvo da instituição (ex. refugiados, imigrantes, desempregados de longa duração). O Centro de Formação Profissional para o Sector Terciário vai transferir e incorporar o produto, adaptando-o ao público do seu Centro Novas Oportunidades (CNO) e programa "Portugal Acolhe". Este parceiro já conhece o RTP e participou na sessão de validação enquanto incorporador. O Guia de Boas Práticas para a Integração de Imigrantes e Refugiados nos Centros de Formação Profissional será incorporado pelo CRISFORM, pelo CENFIC e ainda por outras entidades a identificar. O CRISFORM pretende transferir e incorporar o produto, adaptando-o às necessidades dos imigrantes que estão a efectuar ou pretendem vir a realizar formação profissional. O Guia deverá ser ainda disseminado em empresas que trabalham com este Centro e que realizam formação interna aos imigrantes. São empresas da área da cristalaria e também das limpezas e manutenção (o CRISFORM faz formação na área da Higiene e Segurança do Trabalho a empresas deste sector e outros). O CENFIC pretende transferir e incorporar o produto, adaptando-o às necessidades dos imigrantes que estão a efectuar formação profissional no Centro. Os dois Centros pretendem aumentar o nº de formandos imigrantes. O produto foi-lhes apresentando em reuniões promovidas pela parceria. Pretende-se ainda divulgar este RTP junto das delegações do CFPSA (Porto, Coimbra e Loulé) e, em particular, junto das empresas, associações e sindicatos destas localidades. O e-Learning como veículo privilegiado para a sensibilização e formação na área dos Direitos Humanos e do Asilo será incorporado pelo CPR. Pretende-se adaptar o curso de e-learning à formação presencial, que é leccionada na Universidade Católica do Porto. Este curso pode beneficiar de uma componente a distância, com recurso à Internet, que complemente e inove a formação dada. O CPR foi o conceptor desta Prática Bem Sucedida (PBS), o que facilita agora a sua incorporação. No decorrer da acção 3 serão identificados outros incorporadores, já que a apresentação desta PBS será feita transversalmente, nos workshops iniciais. Serão abordados alguns Centros Locais de Apoio ao Imigrante (CLAIs), de Loures, Silves e Viana do Castelo, que participaram já na formação dada na Acção 2.

 Products

N.C.

Last update: 07-09-2005 dot Top


National Partners


Partner To be contacted for
Conselho Português para os Refugiados - CPR Co-ordination of experimental activities
Design of the project
DP managing organisation
Evaluation
Monitoring, data collection
Transnational partnership
Centro de Formação Profissional para o Sector Alimentar - CFPSA
Instituto da Segurança Social, IP
MUNICIPIO DE LOURES
Santa Casa de Misericórdia de Lisboa

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Agreement Summary

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Resumo do Acordo de PD Os parceiros acordam: 1. Objectivos comuns 1.1 Desenvolver em conjunto o projecto acima referenciado, cujo diagnóstico, objectivos, actividades, resultados e processo de avaliação, e plano de financiamento se descrevem no formulário de candidatura à acção 2. 2. Estruturas e processo de funcionamento da Parceria 2.1 Criar à partida as seguintes estruturas de gestão e funcionamento: A única estrutura de gestão e funcionamento prevista são as reuniões mensais da parceria. Nestas reuniões serão discutidos todos os assuntos relativos às actividades do projecto e gestão do mesmo. Quando necessário poderão ser organizadas reuniões financeiras, que terão como objectivo discutir e decidir assuntos relativos à gestão e execução financeira. O parceiro interlocutor (CPR) será responsável pelo envio das convocatórias, marcação das reuniões, envio de actas, etc. Os restantes parceiros poderão colaborar na organização e funcionamento destas reuniões, o que será acordado posteriormente. 2.2 Implementar o seguinte processo de tomada decisão (destacar nomeadamente processos de dos parceiros, mecanismos que promovam a igualdade de género, etc.): - A parceria reúne uma vez por mês, independentemente de outras reuniões especializadas que se possam vir a organizar; - Nestas reuniões gerais deverá estar um representante de cada parceiro, com autonomia (de ordem técnica) para decidir em nome da entidade que representa; - Para efeito da tomada de decisões, e sempre que haja necessidade de proceder a votação, cada parceiro terá um voto; - Os parceiros fundadores serão igualmente responsáveis pela prossecução dos objectivos propostos em sede de candidatura; - A gestão técnica e financeira do projecto é igualmente partilhada pelos cinco parceiros fundadores. Em termos operacionais será o CPR, parceiro interlocutor, a dispôr dos recursos necessários à coordenação e gestão corrente do projecto; - A integração de futuros parceiros está sujeita à votação e aprovação por maioria; - Os veículos preferenciais de comunicação entre os parceiros são as reuniões mensais e o e-mail/fax; - Todos os materiais que vierem a ser produzidos no âmbito da PD poderão ser utilizados pelos cinco parceiros fundadores. 2.3 Assegurar a transparência da informação interna relativa ao projecto e à parceria, que será disponibilizada a todos os parceiros da seguinte forma ( ex. recurso às TIC...): A PD circulará toda a informação relativa ao projecto por e-mail (com cópia por fax no caso dos parceiros que não possam utilizar e-mail). Cada parceiro deve criar uma lista de endereços de e-mail, onde figurem todos os técnicos e representantes da PD, para quem o envio da informação seja relevante. A informação geral relativa à coordenação será enviada pelo CPR, enquanto parceiro interlocutor. Toda a restante informação deve ser enviada por cada um dos parceiros, sempre que seja necessária a sua circulação. 2.4 Assegurar que a difusão pública dos resultados do projecto, finais ou provisórios, só será efectuada após anuência do(s) parceiro(s) envolvido(s) na sua concepção. 3. Recursos técnicos 3.1 Assegurar estabilidade nos recursos técnicos afectos ao projecto. 4. Ajustamento da parceria 4.1 Proceder ao ajustamento da parceria, à saída ou entrada de novos parceiros, ou eventual revisão deste Acordo, nomeadamente se a avaliação do projecto o indicar como necessário.

Last update: 11-03-2008 dot Top


Conselho Português para os Refugiados - CPR

(CPR)
Av. Vergílio Ferreira, Lt. 764 - Ljs. D/E
-
P-1900-864-LISBOA Lisboa

Tel:+351218314372
Fax:218375072
Email:geral@cpr.pt

 
Responsibility in the DP: Co-ordination of experimental activities
Design of the project
DP managing organisation
Evaluation
Monitoring, data collection
Transnational partnership
Type of organisation:Other
Legal status:Non-profit private organisation (including NGO...)
Size:Staff < 10
NUTS code:GRANDE LISBOA
Date of joining / leaving:02-11-2004 /

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Missão: - Apoiar social e juridicamente os requerentes de asilo e refugiados, em todas as fases do procedimento de asilo; - Sensibilizar a sociedade de acolhimento para a problemática dos refugiados, promovendo e defendendo o Direito de Asilo em Portugal. Áreas de Intervenção: - Acolhimento de requerentes de asilo – administrando em Centro de Acolhimento para requerentes de asilo situado na Bobadela e Serviço de Aconselhamento Social; - Apoio e aconselhamento jurídico directo aos requerentes de asilo em todas as fases do procedimento, instituído na Lei de Asilo 15/98, de 26 de Março (artº 52 &2); - Integração de Refugiados – Serviço de Aconselhamento Social e Jurídico e Centro de Formação (cursos de português e informática, actividades multimédia aplicadas ao ensino do português e quiosque Internet); - Formação e Sensibilização para a Temática dos Refugiados – Congressos, cursos de formação em direito de asilo na Ordem dos Advogados em Lisboa, Porto e Coimbra assim como junto de estudantes universitários e sessões de sensibilização em escolas secundárias e para técnicos. O trabalho do CPR tem sido apoiado pelas seguintes entidades: - Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR); - Comissão Europeia (Fundo Europeu para os Refugiados e Fundo Social Europeu); - Ministério do Trabalho e Segurança Social; - Ministério da Administração Interna; - Inúmeras fundações e empresas portuguesas. O CPR é o parceiro operacional do ACNUR em Portugal desde 1993 e após o encerramento da sua delegação em Portugal, em Dezembro de 1998, representa os seus interesses no nosso país. O CPR é também membro do Conselho Europeu para os Refugiados e Exilados (ECRE / CERE), fórum europeu de organizações não governamentais, que trabalham na área do direito de asilo e refugiados. Ao CPR foi dado o estatuto de Organização não Governamental para o Desenvolvimento (ONGD), a 25.08.2004.



Contact person(s)

Name First name Phone E-mail Responsibility
Maria Teresa Tito de Morais Mendes Maria +351218314372 teresa.mendes@cpr.pt Entity contact person responsable for this project

Last update: 11-03-2008 dot Top


Centro de Formação Profissional para o Sector Alimentar - CFPSA

(CFPSA)
Avª 25 de Abril 22
-
P-1679-015-PONTINHA Odivelas
-

Tel:+351214789500
Fax:214796120
Email:cfpsa@cfpsa.pt

 
Responsibility in the DP:
Type of organisation:Employment services
Legal status:Non-profit private organisation (including NGO...)
Size:Staff < 10
NUTS code:GRANDE LISBOA
Date of joining / leaving:02-11-2007 /

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A sua fundação data de 24 de Julho de 1984 e tem origem na fusão entre a Escola de Confeitaria e Pastelaria de Lisboa e a Escola de Panificação de Lisboa. É um organismo dotado de personalidade jurídica de direito público sem fins lucrativos, com autonomia financeira e património próprio. A sua gestão é tripartida, entre representantes da administração pública, das associações empresariais e da associação sindical. O CFPSA é uma instituição de ensino vocacionada para a formação profissional, acreditada desde 6 de Março de 1998 pelo IQF, nos seguintes domínios de intervenção: -Planeamento, -Concepção, -Organização e promoção, -Desenvolvimento/execução. Apoia técnica e pedagogicamente empresas na criação de estruturas próprias para a formação dos seus recursos humanos, veiculando a criação de melhores condições de funcionalidade, atendimento ao público e condições de higiene nos locais de trabalho, contribuindo para um aumento da qualidade na prestação de serviços das empresas. Visa preparar profissionais e habilitá-los para o desempenho das múltiplas actividades que integram o sector Alimentar, promovendo o desenvolvimento pessoal e profissional dos formandos, através da realização de cursos de formação profissional, seminários e colóquios nas áreas de: -Controlo de Qualidade Agro-Alimentar -Gestão Alimentar -Gestão da Qualidade -Pastelaria/Panificação -Restauração -Preparação de Carnes -Higiene e Segurança Alimentar -Atendimento ao Público Área de Intervenção: Desenvolve acções de formação inicial, com certificação profissional e escolar - Aprendizagem, Qualificação Inicial, Formação Profissional Continua, Aperfeiçoamento/Actualização e Especialização, Qualificação e Reconversão Profissional para desempregados. Dinamiza e coopera com políticas e metodologias que visam a promoção da Segurança Alimentar, nomeadamente na implementação de Sistemas de Autocontrolo, nos termos do Decreto-Lei 67/98 de 18 de Março que transpôs para a legislação nacional a Directiva Comunitária nº 96/3/CEE da Comissão de 26 de Janeiro de 1996. Pretende contribuir para a dignificação dos profissionais e empresas, através de um desenvolvimento contínuo aos níveis educacional, social e cultural, aumentando a sua eficácia e competitividade, cujo objectivo se funda na prestação de um serviço de qualidade, em actualização permanente, acompanhando as inovações técnicas e metodológicas da formação. No que respeita à formação contínua, propõe-se ainda patrocinar mecanismos e procedimentos de formação cujas necessidades, expectativas e gestão do tempo favoreçam os interesses dos formandos e empresas envolvidos, desenvolvendo Acções de Formação à medida. O Centro dispõe de um Laboratório de Ensaios, Acreditado de acordo com a Norma NP EN ISO/IEC 17025, com o nº 96/L.180, no sentido de promover o Controlo da Qualidade numa área particularmente sensível, onde o controlo Higio-Sanitário é factor preponderante no produto/serviço final.



Contact person(s)

Name First name Phone E-mail Responsibility
Maria Gracinda de Carvalho Correia Brito Ramos Maria +351214789500 gracinda.ramos@cfpsa.pt Entity contact person responsable for this project

Last update: 11-03-2008 dot Top


Instituto da Segurança Social, IP

(ISS, IP)
Rua Rosa Araújo, nº 43
-
P-1250-194-LISBOA Lisboa

Tel:+351213507291
Fax:213507290
Email:cristina.g.rodrigues@seg-social.pt

 
Responsibility in the DP:
Type of organisation:Public authority (national, regional, local)
Legal status:Public organisation
Size:Staff < 10
NUTS code:GRANDE LISBOA
Date of joining / leaving:03-11-2004 /

Text available in

Nota: Apesar da informação inserida nos pontos anteriores ser referente ao ISS, I.P. (serviços centrais), parceiro na Acção 1, a acção 2 deste projecto será desenvolvida pelo Centro Distrital de Segurança Social de Lisboa (CDSSL). Os dados referentes ao CDSSL são os seguintes: Denominação social: Centro Distrital de Segurança Social de Lisboa Acrónimo: CDSS de Lisboa N.º IGFSE: 26969_6 N.º de trabalhadores: 3.199 Endereço da Sede: Av. Afonso Costa, n.º 6 e 8 Cód. Postal da Sede: 1900-034 Lisboa O Instituto de Segurança Social, I.P. (ISS) / CDSSL é uma pessoa colectiva de direito público dotada de autonomia administrativa, financeira e patrimonial, com a natureza de instituto público. O ISS / CDSSL tem por objecto a gestão das prestações do sistema de solidariedade e segurança social, sem prejuízo das competências atribuídas a outras instituições de segurança social e aos serviços integrados na administração directa do Estado.



Contact person(s)

Name First name Phone E-mail Responsibility
Maria Julieta Salgueiro Duarte Santos Maria +351218420656 m.julieta.santos@seg-social.pt Entity contact person responsable for this project

Last update: 11-03-2008 dot Top


MUNICIPIO DE LOURES

(CMLOURES)
Praça da Liberdade, 8
-
P-2674-501-LOURES Loures

Tel:+351219848069
Fax:219848049
Email:drh@cm-loures.pt

 
Responsibility in the DP:
Type of organisation:Public authority (national, regional, local)
Legal status:Public organisation
Size:Staff < 10
NUTS code:GRANDE LISBOA
Date of joining / leaving:03-11-2004 /

Text available in

Autarquia Local



Contact person(s)

Name First name Phone E-mail Responsibility
Ana Carla Teixeira Simões de Assunção Ana +351219849160 garse@cm-loures.pt Entity contact person responsable for this project

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Santa Casa de Misericórdia de Lisboa

(SCML)
Largo Trindade Coelho
-
P-1200-470-LISBOA Lisboa
-

Tel:+351213235000
Fax:213235003
Email:-

 
Responsibility in the DP:
Type of organisation:Other
Legal status:Non-profit private organisation (including NGO...)
Size:Staff < 10
NUTS code:GRANDE LISBOA
Date of joining / leaving:02-11-2007 /

Text available in

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) prossegue fins de acção social, prestação de cuidados de saúde, de educação e cultura e de promoção da qualidade de vida, sobretudo em proveito dos mais desprotegidos, nomeadamente nas áreas da família, infância, idosos e situações sociais de carência grave.



Contact person(s)

Name First name Phone E-mail Responsibility
Ana Bela de Sousa Ana +351213235068 anabelasousa.dias@scml.pt Entity contact person responsable for this project

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VIAAS - VIAS DE INTERCULTURALIDADE NA AREA DO ASILO

Rationale

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- RAs e Refugiados: - Persistência; - Capacidade de recomeçar do zero e consciência da sua situação no país de acolhimento; - Capacidade para valorizar e capitalizar as competências relacionais e emocionais pela condição de RA e refugiado (experiência de vida); - Flexibilidade para exercer profissões variadas e indiferenciadas; - Integração dos filhos constitui forte apoio e incentivo à integração dos pais e aprendizagem da língua. Técnicos: - Relações de confiança entre técnicos e com os RAs; - Interesse em encontrar formas de serem úteis aos RAs; - Apetência para a aprendizagem através do trabalho em equipa; - Aumentar a compreensão da missão e limitações de cada instituição; - Técnicos têm prazer e gostam do trabalho que fazem. Entidades: - Existência de práticas de articulação e entre-ajuda entre instituições/técnicos para apoio aos RAs; - Interesse em investir em projectos de integração a longo prazo; - Rede Alargada de Entidades ligadas ao Asilo e Refugiados; - Rede Informal para o estudo de casos individuais; - Instituições com funções complementares e mais abertas a RAs e refugiados. Outros: - Novas actividades económicas por conta própria, formais ou informais, lançadas por RAs e refugiados; - Redes informais para emprego pelos RA e refugiados e técnicos/instituições; - Instituições de várias religiões com papel estruturante e ajuda espiritual., - RAs e Refugiados: - Isolamento dos RAs (entre eles e com o meio em que se move); - Mobilidade geográfica. Técnicos: - Dificuldade de identificar/capitalizar competências informais ou formais dos RAs; - Sair do trabalho habitual - ousar explorar alternativas criativas, relacionar-se com o desconhecido; - Lidar com a consciência/inconsciência do preconceito; - Técnicos não têm uma cultura de igualdade de oportunidades e a acção pode ir no sentido da discriminação; - Lidar com a frustração. Entidades: - PD travada por cultivar uma estratégia de relacionamento e acção baseada no não conflito; - Rigidez burocrática e visão administrativa do funcionamento. Outros: - Poucos pedidos aceites, o que leva à imigração ilegal; - Dificuldade em, pelas vias institucionais, encontrar emprego/formação para RAs e refugiados; - Dificuldade em obter o reconhecimento dos certificados profissionais e escolares; - Entrar em relação directa com as empresas.

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Objective

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Objectivos: - Construir e testar uma metodologia de certificação de competências dirigida a requerentes de asilo; - Promover a ocupação dos requerentes de asilo no período em que aguardam a resposta; - Experimentar novas vias de valorização da interculturalidade/multiculturalidade; - Facilitar o acesso à formação profissional em geral e no sector alimentar em particular. Actividades: 1) Reconhecimento, validação e certificação de competências (RVCC); 2) Ateliers de expressão cultural e apoios à comunidade; 3) Formação profissional em corte de carnes; 4) Formação profissional em empregados de mesa; 5) Encaminhamento para outras áreas de formação; 6) “E-learning” na área do asilo, refugiados e Direitos Humanos; 7) Parceria Transnacional PASSI; 8) Acompanhamento e avaliação do projecto. Produtos: 1) Modelo transnacional para o reconhecimento e validação de competências (RVC); 2) Relatório das actividades transnacionais; 3) Relatórios de boas-práticas das visitas de estudo transnacionais; 4) Livro de receitas internacionais; 5) Guia de recursos culturais e desportivos do concelho de Loures; 6) Guia de boas-práticas sobre prestação de formação profissional a refugiados e imigrantes; 7) Modelo de avaliação, validação e certificação de competências escolares de refugiados e imigrantes. Os principais elementos de inovação do projecto são: - Promover a partilha de experiências entre técnicos e as diferentes metodologias das instituições; - Promover a ocupação dos requerentes de asilo enquanto aguardam a decisão ao seu pedido; - Apostar na formação profissional e na validação de competências para facilitar a integração no mercado de trabalho; - Dotar os refugiados de competências específicas em áreas onde há carências de mão-de-obra especializada; - Testar metodologias e técnicas com vista à criação de novos procedimentos que facilitem a integração no mercado de trabalho; - Experimentação de novas formas de sensibilização da sociedade de acolhimento para a problemática dos refugiados e criação de imagens positivas desta população (ateliers, teatro, cursos de cozinha, etc.); - Construção de metodologias de intervenção inovadoras para a integração no mercado de trabalho (tendo em conta as necessidades das empresas, as necessidades de formação e as áreas onde há carência de mão-de-obra); - Promoção do envolvimento de novos actores-chave, que tradicionalmente não intervinham neste domínio; - Testar novas actividades a desenvolver no novo Centro de Acolhimento e que permitam a aproximação entre diferentes actores (refugiados, sociedade de acolhimento e instituições).

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