Percurso de navegação

A crise financeira e económica – factos e políticas

A actual crise solicita uma acção concertada tanto a nível europeu como internacional. A UE tomou uma série de medidas ambiciosas para restaurar a confiança, a estabilidade e a sustentabilidade nos mercados financeiros

Previous pageNext page

26 de Novembro de 2008
Plano de Relançamento da Economia Europeia

A Comissão adoptou um vasto plano de acção para uma resposta coordenada à crise económica.
Este plano tem em vista recuperar a confiança dos consumidores e das empresas, relançar as actividades de empréstimo e de investimento nas economias europeias, bem como criar emprego e ajudar os desempregados a reintegrarem o mercado de trabalho. Por outro lado, permitirá aos Estados-Membros chegarem rapidamente a acordo para relançar a economia europeia. A Comissão Europeia convidou os Chefes de Estado e de Governo a adoptarem este plano na próxima reunião que terá lugar a 11 e 12 de Dezembro de 2008.
>> Plano de acção para uma resposta coordenada à crise económica (EN)

19 de Novembro de 2008
Memorando de entendimento sobre assistência financeira à Hungria

Na sequência da decisão do Conselho ECOFIN, de 4 de Novembro, de conceder à Hungria uma assistência à balança de pagamentos no montante máximo de 6 500 milhões de euros, o Ministro das Finanças húngaro, o Governador do Banco Nacional da Hungria e o Comissário Joaquín Almunia assinaram um memorando de entendimento e um acordo de empréstimo. A primeira parcela de 2 000 milhões de euros deverá ser disponibilizada antes do final de 2008.
>> UE concede assistência financeira de 6 500 milhões de euros à Hungria (EN)

18 de Novembro de 2008
O Parlamento Europeu debate sobre a crise financeira na sessão plenária de Novembro

O Parlamento Europeu incluiu na agenda da sessão plenária de Novembro um debate sobre a resposta da UE à crise financeira mundial, no seguimento da cimeira de Washington.
Debate no Parlamento Europeu sobre a crise financeira e económica no seguimento da Cimeira do G20.
>> Parlamento Europeu. Debate sobre a resposta da UE à crise financeira

>> Discurso proferido pelo Presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso L'Europe doit rester au centre du jeu Traduções da ligação anterior  (FR)

15 de Novembro de 2008
Cimeira do G20 em Washington

Esta cimeira juntou 19 das maiores economias do mundo e a UE, o Secretário-Geral das Nações Unidas, o Director-Geral do FMI, o Presidente do Banco Mundial e o Presidente do Fórum para a Estabilidade Financeira.

Os Chefes de Estado e os Governos concordaram em cinco princípios comuns para a reforma dos mercados financeiros para assegurar que uma crise global não voltará a acontecer. Estes princípios expressam os seus compromissos para fortalecer a transparência, a responsabilização e a regulação sadia do mercado financeiro. Os princípios apontam ainda para o reforço da cooperação internacional e procuram reformar as instituições financeiras internacionais ao mesmo tempo que rejeitam o proteccionismo. Um plano de acção foi estabelecido para tomar medidas rápidas até 31 de Março de 2009 e a sua implementação será revista numa cimeira em Abril de 2009.
>>Declaração da cimeira sobre mercados financeiros e a economia mundialpdf Traduções da ligação anterior 
pdf

13 de Novembro de 2008
Acordo com a China sobre fornecedores de informação financeira

A UE, os Estados Unidos, o Canadá e a China atingiram um acordo histórico sobre o tratamento de serviços de informação financeira na China. Os fornecedores de informação financeira, como o Thomson Reuters, o Bloomberg e o Dow Jones irão, no futuro, beneficiar de um novo quadro regulamentar. Isto assegura que os investidores e os operadores de mercado poderão receber informações financeiras abrangentes e objectivas.
>> O nível de entendimento das acções no terreno entre a UE e a China para fornecedores de informação financeira  Traduções da ligação anterior 
>> Comércio Resolução de litígios da Organização Mundial do Comércio (OMC) - China

12 de Novembro de 2008
Proposta para regular as agências de avaliação de crédito

A proposta da Comissão estabelece condições para a emissão de avaliações de crédito (empresas privadas que avaliam riscos financeiros para os investidores), necessárias para restaurar a confiança do mercado, aumentar a protecção ao investidor e assegurar avaliações de crédito de alta qualidade não afectadas por conflitos de interesses.

Um procedimento de registo para agências de avaliação de crédito irá permitir aos supervisores europeus o controlo de agências que façam as suas avaliações dentro da UE.As agências de avaliação de crédito terão de cumprir regras rigorosas, garantindo que não são afectadas por conflitos de interesses, manter-se vigilantes sobre a qualidade de metodologia de avaliação e sobre as avaliações e agir de uma forma transparente. A proposta também inclui um regime eficaz de vigilância através do qual os reguladores europeus irão supervisionar as agências de avaliação de crédito.
>> A Comissão adopta proposta para regular agências de avaliação de crédito Traduções da ligação anterior 
>> Agências de Avaliação de Crédito: Perguntas mais frequentes Traduções da ligação anterior 
>> Mercado interno: Agências de avaliação e Serviços Financeiros

Primeira reunião do grupo de peritos de alto nível encarregado da supervisão financeira da UE

O grupo, criado em 8 de Outubro pelo Presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, e presidido por Jacques de Larosière, fará recomendações à Comissão sobre o reforço dos mecanismos europeus de supervisão em todos os sectores financeiros. O objectivo é criar um regime de supervisão europeu mais eficaz, integrado e sustentável, bem como reforçar a cooperação entre os supervisores europeus e os seus homólogos internacionais.

>> Primeira reunião sobre supervisão financeira da UE

11 de Novembro de 2008
Conferência do Comité das Regiões
>> Discurso do Comissário Almunia Uma receita para a recuperação: a resposta europeia à crise financeira Traduções da ligação anterior  

9 de Novembro de 2008
Encontro dos ministros das Finanças e dos governadores do G20 em São Paulo, no Brasil

Após o seu encontro periódico anual, os ministros das Finanças do G20 e governadores do banco central, emitiram em 9 de Novembro um comunicado onde expressavam o seu acordo para tomarem todas as medidas necessárias para restaurar a confiança dos mercados e minimizar o risco de uma crise futura.
>> FMI. Comunicado de 9 de Novembro

7 de Novembro de 2008
Conselho Europeu Informal reúne-se em Bruxelas

Num encontro que antecedeu a cimeira internacional sobre a crise financeira, que irá ter lugar a 15 de Novembro, em Washington, os líderes da UE confirmaram a união dos Estados-Membros da UE para enfrentar a crise. Chegaram a acordo sobre um número de princípios específicos e abordagens que podem ser adoptados na cimeira do G20 de 15 de Novembro para preparar o caminho para a reforma do sistema financeiro internacional.
Apesar dos esforços para incentivar o Fundo Monetário Internacional (FMI), os princípios exigem mais supervisão e regulamento da indústria financeira, mais responsabilidade e transparência e novas abordagens para avaliar o risco.
"A pretensão de ultrapassar a crise que actualmente afecta a economia real é unânime", declarou Barroso. "Em Washington, o fracasso não será uma opção, este deve ser um encontro histórico."
>> Declaração do Presidente da Comissão Barroso no final do encontro do Conselho Europeu informal
>> Conclusões do Conselho
>> Crise financeira: avançar nas soluções

4 de Novembro de 2008
Encontro de ministros das Finanças - Eurogrupo e ECOFIN

Na preparação do Conselho Europeu informal de 7 de Novembro, os ministros das Finanças da zona euro (Eurogrupo) e os ministros das Finanças de todos os Estados-Membros da UE (ECOFIN) discutiram o acompanhamento das conclusões do Conselho Europeu de 15 e 16 de Outubro, incluindo um pacote para uma resposta internacional à crise financeira.
>> Agenda e conclusões do Eurogrupo/ECOFIN

3 de Novembro de 2008
Previsão económica de 2008 – 2010 do Outono de 2008

O Comissário Almunia apresentou a previsão baseado num obscurecimento significativo do horizonte económico. "[...] enquanto a economia da União Europeia é atingida pela crise financeira que se aprofundou durante o Outono e está a ter um peso excessivo na confiança das empresas e dos consumidores. As economias emergentes estão a aguentar melhor que a UE e os Estados Unidos, até agora, mas mesmo estas serão incapazes de escapar ilesas. Precisamos de uma acção coordenada a nível da UE para apoiar a economia semelhante àquela que utilizámos para o sector financeiro."
>> Comissão apresenta previsões económicas para 2009

Previous pageNext page

Key events

Outras ferramentas

  • Visualização pré-impressão 
  • Reduzir texto 
  • Ampliar texto