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Da estratégia à acção:
selecção de projectos

Conclusão

 

A abordagem proposta pelo LEADER permite introduzir formas de selecção de projectos muitas vezes sofisticadas, mas que permitem adaptar-se às realidades de cada território e à sua estratégia de desenvolvimento. Esta abordagem contribui para o reequilíbrio (social, geográfico, ecológico, etc.) dos territórios e para o reforço das dinâmicas territoriais (mobilização, confiança, federação dos actores, referências comuns, etc.), indispensáveis para beneficiar das novas oportunidades que se abrem ao mundo rural.

A abordagem introduzida pelo LEADER apoia-se fundamentalmente numa iniciativa baseada sobre a partilha das decisões entre os parceiros reunidos no GAL, e, mais amplamente, sobre o diálogo permanente com os actores locais e os beneficiários potenciais (acção proactiva, ajuda à selecção, etc.).

Para os grupos LEADER, é importante encontrar critérios e modalidades de intervenção que sejam pertinentes em relação ao nível de mobilização e de reflexão dos beneficiários potenciais, a fim de empenhar progressivamente os territórios na via do desenvolvimento duradoiro.

Esta capacidade de adaptação é um elemento essencial de sucesso, mas supõe sem dúvida um determinado grau de autonomia, bem como modalidades de funcionamento administrativas e financeiras adaptadas, condições que tornariam mais eficaz o trabalho dos grupos de acção local no LEADER II e que conviria certamente melhorar no âmbito da próxima iniciativa comunitária de desenvolvimento rural.


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